Virgílio alerta para efeitos do aquecimento global na Amazônia
A poucos dias da Conferência do Clima em Copenhague, na Dinamarca, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), alertou para os efeitos das mudanças climáticas no Brasil. Em pronunciamento nesta quarta-feira (2), o tucano citou reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" que aponta as possíveis perdas do Brasil em razão do aquecimento global.
Atenção imediata - O estudo citado pelo periódico paulista aponta para os riscos de o rio Amazonas sofrer uma redução de 30% em sua vazão, até 2100, e de outras regiões do Brasil também sofrerem com as mudanças do clima durante esse período.
Virgílio relatou casos recentes no Amazonas de leitos de rios secos e de escassez de água potável que estão acarretando problemas sociais e econômicos na região. O senador lembrou que, embora esses problemas pareçam distantes no tempo, é necessária atenção imediata a eles por parte do governo.
"Queira Deus que, no amanhã, a visão da Amazônia e seu hoje fantástico potencial não fiquem resumidos a imagens fotográficas, como mera lembrança de um tempo em que não se agiu como seria necessário", alertou. (Da redação com Ag. Senado)
Quando como estudante da UFRRJ, participei do "PROJETO RONDON" no Amapá (1973), fui a palestras técnicas onde já se havia detectado um processo de desertificação envolvendo a região ao longo da linha do equador.
ResponderExcluirO estudo mostrava que no alinhamento seguindo do Rio Grande do Norte até o Estado do Amazonas, estava havendo uma diminuição na altura da cobertura vegetal (os remanescentes da Mata Atlantica principalmente), tomando-se como áreas desérticas já existentes no Piauí, Ceará e Maranhão que estavam adentrando pelo Pará. O mesmo vem ocorrendo na Bahia. Em Minas foi feito um grande projeto de irrigação no vale do Gorotuba, norte de Minas. Este alerta do Senador Arthur Virgílio é providencial.
Quando como estudante da UFRRJ, participei do "PROJETO RONDON" no Amapá (1973), fui a palestras técnicas onde já se havia detectado um processo de desertificação envolvendo a região ao longo da linha do equador.
ResponderExcluirO estudo mostrava que no alinhamento seguindo do Rio Grande do Norte até o Estado do Amazonas, estava havendo uma diminuição na altura da cobertura vegetal (os remanescentes da Mata Atlantica principalmente), tomando-se como áreas desérticas já existentes no Piauí, Ceará e Maranhão que estavam adentrando pelo Pará. O mesmo vem ocorrendo na Bahia. Em Minas foi feito um grande projeto de irrigação no vale do Gorotuba, norte de Minas. Este alerta do Senador Arthur Virgílio é providencial.