O plenário da Câmara aprovou moção de apoio aos prisioneiros que realizam greve de fome em Cuba. A proposição manifesta “apoio irrestrito e solidariedade aos presos políticos que lutam por liberdade e democracia naquele país”. Para os deputados Vanderlei Macris (SP) e Antonio Carlos Pannunzio (SP), o ato de solidariedade, proposto por Jair Bolsonaro (PP-RJ), é uma defesa dos direitos humanos.
Desagravo -“A moção é um desagravo do Brasil. Há gente morrendo em defesa da liberdade. Ela tem o preceito de defesa dos direitos humanos. As Damas de Branco (familiares de 75 cubanos que se opõem ao governo de Fidel, detidos em 2003 e com penas de até 28 anos, sob acusação de mercenários dos EUA), seus maridos e filhos estão passando fome e dificuldades por defenderem a liberdade”, afirmou Macris.
Para Pannunzio, ela “é uma forma de prestar solidariedade aos presos políticos de Cuba, àqueles que estão fazendo greve de fome e correndo o risco de perder a própria vida na defesa apenas de ideias”. O Parlamento europeu aprovou a mesma moção por 509 votos contra 30.No Senado aprovou-se a proposição por unanimidade, com apenas dois votos do PT. “Os petistas mantém uma incoerência extraordinária. São dois pesos e duas medidas”, concluiu Macris. (Reportagem: Alessandra Galvão/Fotos: Eduardo Lacerda)
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