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12 de mai. de 2010

Direto do plenário

A Câmara demonstrou inteira sintonia com a sociedade. Demonstramos que queremos um Brasil diferente, limpo de todas as mazelas, das falcatruas, dos desmandos, dos desvios de dinheiro, da corrupção”.
Deputado Urzeni Rocha (RR) ao comemorar a votação final do projeto de iniciativa popular “Ficha Limpa” pelo plenário da Câmara na noite de ontem (11).




O projeto foi muito bem elaborado e benéfico à sociedade brasileira. Sobretudo à classe política, uma vez que ele começa a apresentar parâmetros definidores das ações, dos atos e dos processos que podem levar um cidadão a ser considerado inelegível. O povo, a partir de agora, quer a aprovação definitiva do projeto Ficha Limpa”.
Deputado Antonio Carlos Pannunzio (SP) ao ressaltar o esforço da Câmara para concluir a votação final da proposta. O tucano cobrou rapidez na apreciação da matéria no Senado.




"Para fazer uma mudança de paradigma também nas entidades representativas e para que haja ficha limpa em todos os setores da atividade pública, ponderamos a necessidade de uma nova luta: ficha limpa na imprensa brasileira, no movimento associativo e sindical, com ampla transparência e prestação de contas ao Tribunal de Contas da União. É uma medida saneadora e importante, que já vem tarde.”
Deputado Luiz Carlos Hauly (PR),ao anunciar a realização de estudo para elaboração de projeto de lei para que haja ficha limpa em setores com atividades que envolvam o interesse público e a representação da sociedade.



A citricultura está na linha de frente do agronegócio brasileiro, por meio das expressivas exportações de suco de laranja. Nossa preocupação é com as pragas que ingressaram em nosso país, por meio de frutos, mudas e sementes contaminadas, sem a rigorosa fiscalização”.
Deputado Albano Franco (SE), autor de projeto de lei que proíbe a importação de frutas cítricas para consumo “in-natura” sem a devida certificação por órgão de vigilância sanitária. A proposta tem o objetivo de prevenir a praga conhecida como “mosca negra”, que contamina a produção nacional e traz prejuízos à economia e à citricultura do país.

Clique aqui para ler a íntegra do projeto



“Milhares de servidores públicos foram compulsoriamente aposentados a partir de 2004 por invalidez permanente, sem integralidade e paridade de aposentadoria. Eles encontram-se em situação de completo desespero, já que estão perdendo mais de 60% de sua renda no momento em que mais precisam. Aprovar a PEC representará o resgate da dignidade desses cidadãos”.
Deputada Andreia Zito (RJ) ao pedir apoio para que a PEC 270, de sua autoria, seja incluída na pauta de votações prioritárias do plenário da Câmara. A proposta altera a Constituição para estabelecer a aposentadoria integral a servidores aposentados por invalidez em decorrência de acidentes de serviço, doença grave, contagiosa ou incurável.

Veja aqui a íntegra da PEC

(Reportagem: Alessandra Galvão/Fotos: Ag. Câmara)

13 de abr. de 2010

Equilíbrio necessário

Código Florestal deve conciliar produtividade rural com preservação do meio ambiente

A nova legislação sobre o Código Florestal Brasileiro que está sendo elaborada na Câmara dos Deputados tem um grande desafio: conciliar produtividade rural com preservação do meio ambiente. Esta posição foi defendida por tucanos durante audiência pública realizada nesta terça-feira (13) na Comissão Especial do Código Ambiental e Florestal Brasileiro.

Para o deputado Nilson Pinto (PA), o novo código precisa ser adaptado aos tempos atuais. “Uma coisa fundamental é que a legislação seja simples e clara. Lei muito complicada que estabelece muitos detalhes acaba sendo difícil de ser cumprida”, afirmou o tucano. Para ele, é preciso estabelecer formas que permitam ao agricultor sobrevivar em equilíbrio com o meio ambiente.

O deputado Urzeni Rocha (RR) também quer uma legislação eficaz, que preserve o meio ambiente e faça a produção agrícola avançar e gerar empregos. Para o tucano, uma das saídas é exigir que os países desenvolvidos contribuam com a preservação da floresta amazônica. Ele argumenta que este auxílio pode ser em forma de financiamentos, de programas e projetos auto sustentáveis – impedindo a agressão ao meio ambiente pelo homem do campo. Ele ressaltou que o cidadão ribeirinho precisa derrubar parte da mata ciliar para não morrer de fome.

Já o deputado Ricardo Tripoli (SP) acredita que o governo deva subsidiar os agricultores para que eles produzam em áreas já utilizadas como no Centro-Oeste do país, evitando novos desmatamentos. O tucano também é favorável ao investimento científico na floresta amazônica pelo governo. Segundo ele, os pesquisadores podem encontrar no maior berço da biodiversiade do planeta a cura para doenças como câncer e Aids.

Na audiência pública sobre o novo Código Florestal, participaram o presidente da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas, Fernando Henrique da Fonseca, e o presidente da ONG SOS Mata Atlântica, Roberto Klabin. (Reportagem: Arthur Filho, da Rádio Tucana/ Foto: Eduardo Lacerda)

Ouça aqui o boletim de rádio

9 de fev. de 2010

Contraste

Urzeni destaca ações do governo de RR e cobra mais atenção do Planalto

O deputado Urzeni Rocha (RR) destacou nesta terça-feira (9) em plenário realizações do governo de Roraima, comandado pelo tucano Anchieta Junior, e criticou o tratamento dado ao estado pelo Planalto. Na avaliação do parlamentar, a gestão petista não dá a atenção necessária aos estados da Amazônia e usa a região apenas como instrumento para ganhar destaque internacional. Urzeni alertou que a população local vive em completo abandono e depende fortemente das ações dos governos estaduais.

Anchieta dá bom exemplo - Para Urzeni, a gestão tucana em RR deve servir de exemplo ao Palácio do Planalto. Segundo ele, mesmo com o tratamento diferenciado e com o desprezo do governo federal, o governo de Roraima tem conseguido colocar o estado em patamares de desenvolvimento elevados.

“O governador Anchieta sai do discurso e parte para a prática. O estado dispõe de ensino superior em Boa Vista e municípios do interior graças às universidades estadual e a virtual. Trata-se de um salto considerável, tendo em vista que estamos falando de um estado Amazônico e com uma população pequena”, afirmou. Ainda na área de educação, Urzeni destacou que o governo do estado mantém bolsas de estudos para estudantes carentes em faculdades particulares e um programa de estágio para alunos do ensino médio.

No pronunciamento, o parlamentar fez um balanço positivo também de outros setores. “Estamos hoje entre os cinco estados que mais investem em infraestrutura, sobretudo em saneamento. Ainda em 2010, teremos 100% das casas de Boa Vista com água encanada e quase todas elas com rede de esgoto. O governador Anchieta faz a sua parte e, para isso, conta com a ajuda da bancada estadual no Congresso Nacional. É uma pena que o Planalto navegue em diferentes direções, principalmente quando se trata da questão fundiária”, criticou.

18 de dez. de 2009

Decisão unânime

TSE fez justiça ao absolver governador de Roraima, diz Urzeni Rocha


O deputado Urzeni Rocha (RR) comemorou a absolvição do governador de Roraima, José de Anchieta Júnior (PSDB), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na decisão tomada na última quarta-feira (16), o tucano foi absolvido por unanimidade das acusações de abuso de poder econômico e de compra de votos nas eleições de 2006.

Recepção calorosa - Para Urzeni, o resultado favorável já era esperado. “A justiça foi feita. O governador provou que não houve nenhuma infração ao processo eleitoral e, com isso, restabeleceu a normalidade jurídica da eleição de 2006. O TSE referendou uma decisão já tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral”, explicou o deputado nesta sexta-feira (18).

Os ministros chegaram à conclusão de que não houve crime eleitoral, além de constatarem a inexistência de provas que pudessem incriminá-lo. “As acusações imputadas a Anchieta foram frutos do desespero daqueles que perderam a eleição. O governador foi eleito com 64% dos votos e essas denúncias tinham o objetivo de burlar o resultado das eleições. A decisão da Justiça reflete o resultado claro dado pela população de Roraima nas urnas”, explicou Urzeni.

24 de ago. de 2009

Descaso

Urzeni Rocha critica políticas federais para a Amazônia

Em pronunciamento, o deputado Urzeni Rocha (RR) fez nesta segunda-feira uma análise sobre a política do governo federal na região amazônica. Segundo o tucano, a presença do Estado nas regiões de fronteiras é quase zero e os discursos feitos sobre a Amazônia se resumem apenas à proteção ambiental, mas também não partem para as ações práticas. De acordo com Urzeni, até mesmo o Programa Amazônia Sustentável (PAS), lançado pelo governo com o intuito de desenvolver e preservar a região, até hoje não saiu do papel.

Desentendimentos - “A verdade é que não ouvimos falar dos investimentos e da presença do Estado na garantia de preservação do nosso território nessa região malcuidada pelo governo”, lamentou o deputado. Para ele, o descaso federal com o PAS é resultado dos desentendimentos do próprio governo com seus ministros, o que provoca atrasos para a região. De acordo com Urzeni, se realmente saísse do papel, o projeto levaria dignidade e respeito aos mais de 25 milhões de brasileiros que vivem nos estados da região Norte.

O parlamentar pelo estado de Roraima alertou para a importância da Amazônia e afirmou que a região deve ser levada em conta nas decisões nacionais. “Evidente que isso passa por um planejamento e por políticas públicas que realmente a tratem com seriedade e coragem de fazer dali uma região promissora e, ao mesmo tempo, cuidando das questões ambientais”, enfatizou.

Rocha também criticou o governo federal pelo contingenciamento dos recursos da Suframa, que já ultrapassam os R$ 800 milhões. De acordo com ele, ao barrar o uso dessas verbas mais uma vez o governo demonstra sua despreocupação com a Amazônia. O tucano alertou para a importância de se cobrar debates com os candidatos à Presidência da República em 2010 sobre o futuro da região. “Só assim poderemos garantir uma mudança de atitude em relação à Amazônia”, destacou. (Reportagem: Djan Moreno/ Foto: Ag. Câmara)

20 de ago. de 2009

Prejuízo bilionário

Antonio Feijão alerta para bloqueio de recursos da Suframa

O deputado Antônio Feijão (AP) alertou nesta quinta-feira para a possibilidade de parlamentares da Amazônia Legal obstruírem a pauta do Plenário da Câmara até que o governo libere os recursos da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). Segundo o tucano, a autarquia gera quase R$ 1 bilhão, e o bloqueio do dinheiro tem prejudicado importantes obras, além da manutenção e geração de empregos na região.

Prejuízos - As receitas da Suframa são provenientes de taxas cobradas de empresas da Zona Franca e reinvestidas nos quatro estados da Amazônia Ocidental (Acre, Amazonas, Roraima e Rondônia) e também no Amapá. “A quantidade de dinheiro retida pelo governo é absurda, o que implica diretamente na falta de manutenção de obras de portos, aeroportos, infraestrutura aduaneira, obras de saneamento e vias de logística para o apoio do escoamento da produção”, lamentou Feijão, vice-líder da bancada do PSDB.

O tucano criticou o contingenciamento dos recursos e afirmou que o governo federal age, na prática, contra o seu próprio discurso. “Para quem fala em investir na região como instrumento de economia e base social para preservação ambiental, a prática do governo tem sido condenatória a seu próprio discurso. Nossa bancada tem tentado junto ao ministro da Fazenda a liberação dos recursos, mas estamos começando a compreender que existe um limiar de uma quebradeira orçamentária no governo federal”, alertou.

Ontem, a Comissão da Amazônia Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara reuniu representantes da Suframa e dos Estados para discutir uma solução para o impasse com o governo federal. Durante a audiência, o deputado Urzeni Rocha (RR) lamentou o contingenciamento dos recursos e condenou o governo por impedir o desenvolvimento da região. (Reportagem: Djan Moreno/ Foto: Eduardo Lacerda)