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22 de out. de 2010

Nota do PSDB

"O Brasil assiste atônito à mais grave evidência de uso político e partidário das instituições do Estado, agravada pela manipulação de documentos oficiais sob responsabilidade direta do Poder Público.

Primeiro, o presidente da República anuncia ao País que a Polícia Federal se pronunciará sobre a investigação a respeito da quebra do sigilo fiscal de integrantes do PSDB, numa demonstração explícita de que o conteúdo do posicionamento de uma investigação policial, que se pretendia isenta e sigilosa, seria favorável ao seu partido, o PT.

O Brasil então quer saber:

Se o assunto é tão relevante a ponto de merecer a participação direta do presidente da República, por que a Polícia Federal não divulgou a íntegra dos depoimentos?

A resposta é simples. A leitura dos depoimentos joga por terra toda a farsa montada pelo PT para esconder as vergonhosas e inaceitáveis ações que ocorreram verdadeiramente dentro do comitê da campanha da candidata Dilma Rousseff, em Brasília.

Nas últimas 24 horas o PT, o presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff usaram de todos os meios para dizer aos brasileiros que a criminosa ação de venda e de vazamento de dados sigilosos da Receita Federal ocorreu a partir de uma disputa interna do PSDB entre José Serra e Aécio Neves. Disseram isso publicamente a jornalistas e aos eleitores brasileiros.

A candidata Dilma Rousseff afirmou literalmente que o jornalista sob investigação, Amaury Ribeiro Júnior, em seu depoimento à Polícia Federal, teria declarado “que fez o trabalho dentro de um conflito entre dois candidatos à presidência dos tucanos”. Dilma avalizou perante o País inteiro a versão de que o vazamento de dados fiscais da família de José Serra foi uma iniciativa com o objetivo de proteger o governador Aécio Neves contra dossiês feitos por pessoas ligadas ao governador Serra.

A leitura do depoimento prestado pelo jornalista à Polícia Federal, no entanto, revela exatamente o contrário e joga por terra a tentativa do PT de fraudar a verdade: em nenhum momento o jornalista disse ter feito qualquer investigação com o objetivo de proteger o governador de Minas de ações de pessoas ligadas ao governador Serra.

O depoimento é inequívoco ao mostrar as digitais dos responsáveis por negociações e estratégias inaceitáveis num processo de disputa eleitoral de um País democrático. Os nomes estão declarados pelo jornalista e não são de tucanos, e sim do PT.

O depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Júnior traz revelações importantes e necessárias para conhecimento e reflexão dos eleitores brasileiros. São elas:

1- O jornalista diz textualmente que houve pelo menos duas reuniões de integrantes do comitê da campanha de Dilma Rousseff, com data, hora e endereços identificados em Brasília, com o objetivo de contratar serviços de espionagem contra José Serra.

2- Que o comitê da candidata Dilma analisou propostas financeiras feitas para contratação de serviços de espionagem contra integrantes do próprio PT e contra integrantes do PSDB.

3- Que havia uma disputa interna por poder entre dirigentes do PT dentro do comitê da candidata em Brasília.

4- E, por fim, o jornalista atribui claramente a Rui Falcão, do PT, o vazamento dos dados fiscais obtidos por ele.

O depoimento do jornalista revela mais:

Que a obtenção dos dados fiscais ocorreu no final de setembro em data na qual Amaury Ribeiro Júnior, não trabalhava mais para o jornal Estado de Minas. Documentos da empresa mostram que o jornalista encontrava-se em férias, tendo voltado em 14 de outubro para pedir demissão.

Que enquanto trabalhava no jornal, suas despesas eram custeadas pela empresa e, durante o período das férias, suas despesas passaram a ser custeadas por pessoas. Quem pagava as despesas de Amaury? Por que ele sempre passava por Brasília antes de seguir para São Paulo, conforme demonstra a investigação?

As perguntas que o País quer ver respondidas são de quem era o dinheiro que despachante Dirceu Rodrigues Garcia disse à Polícia Federal ter recebido em sua conta corrente em agosto deste ano?

O presidente da República e Dilma Rousseff devem ainda explicar ao País quem autorizou a integrantes do comitê da candidata a fazer negociações de contratos para espionagem e que envolveriam até a contratação de transporte de dinheiro de Caixa 2, conforme afirmou o jornalista em seu depoimento à Polícia Federal.

Todos, incluindo o PSDB, esperam os esclarecimentos que se fazem necessários e urgentes ao País.

Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB
Brasília, 21 de outubro de 2010."

7 de out. de 2010

Artigo

O PSDB e o futuro

*Sérgio Guerra

O que infunde credibilidade a um partido político e garante sua permanência no tempo é a consistência de seu ideário e a fidelidade que lhe devota na prática.

As eleições são o teste periódico a que essa conjunção entre doutrina e prática é submetida.

A sociedade tem o sagrado direito de oscilar entre as propostas que lhe são oferecidas, decidindo qual a mais adequada para cada momento. Ao eleger o vencedor, elege simultaneamente quem o fiscalizará.

Assim, governo e oposição são missões de igual magnitude. Nas democracias, o eleitor identifica os compromissos e promove, a seu critério, o princípio da alternância.

Um bom desempenho pode garantir permanência menor ou maior, mas sempre sem lançar mão de artifícios para se perpetuar no poder. Há fidelidade às regras do jogo e o princípio da alternância é sua cláusula pétrea.

Isso quer dizer que não se deve cogitar de expedientes abomináveis, como quebra de sigilos fiscais para produção de dossiês, com vistas à exclusão do adversário.

Aqui, infelizmente, ainda contemporizamos com aberrações, transferindo ao eleitor a tarefa de julgar. E ele, felizmente, não tem sido omisso. O resultado está expresso neste primeiro turno, em que parte expressiva do eleitorado deu o seu recado, sufragando maciçamente candidatos da oposição.

Foi o que aconteceu em São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Tocantins, com o PSDB, e em Santa Catarina e no Rio Grande do Norte, com o DEM. São Estados que representam, aproximadamente, 43% da população brasileira. Responsabilidade que certamente aumentará agora no segundo turno, quando disputaremos os governos do Pará, Goiás, Piauí, Alagoas e Roraima.

O PSDB é fruto da redemocratização brasileira. Seus fundadores forjaram-se na luta contra a ditadura militar. Fundado em junho de 1988, quatro meses antes da promulgação da nova Constituição, definiu-se como força social-democrata.

O núcleo dos que iriam formá-lo lutou e foi responsável por conquistas importantes, tanto no que diz respeito aos direitos e garantias individuais quanto no capítulo de direitos sociais e trabalhistas.

O Fundo de Amparo ao Trabalhador é um dos frutos dessa atuação, quando o então constituinte José Serra propôs emenda ao texto em que se discutia o seguro-desemprego, especificando que os recursos do PIS/Pasep deveriam financiar o programa.

A atuação destacada daqueles parlamentares resultaria em aprovação eleitoral e fez com que, em tempo recorde, o novo partido fosse cortejado pelos que exerciam o poder. Fernando Collor tentou, sem êxito, cooptá-lo. Seu sucessor, Itamar Franco, estabilizou a economia ao nomear Fernando Henrique Cardoso ministro da Fazenda.

O êxito do Plano Real -o grande legado dos tucanos à recuperação econômica do país- levou por duas vezes consecutivas o PSDB à Presidência, já no primeiro turno.

Eleito Lula, o PSDB ajustou-se a seu papel de oposição, distinguindo sempre entre opor-se ao governo e opor-se ao país. Jamais jogou no quanto pior, melhor. E não jogará.

O PSDB tem clara sua missão de protagonista do regime democrático brasileiro. Respeita as regras do jogo e se sente no dever de denunciar quando são postas em risco.


Esses compromissos históricos com os ideais brasileiros nos fazem crer que, no próximo dia 31, milhões de cidadãos, soberanos e não tutelados, vão continuar, junto com o PSDB, a construir a história do Brasil.

*Sérgio Guerra, 62, economista, é senador pelo PSDB-PE e presidente nacional do PSDB.

22 de set. de 2010

Nota

Presidente do PSDB faz contundente defesa da liberdade de expressão

Leia abaixo a íntegra de nota divulgada na noite desta terça-feira pelo presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), em defesa da democracia e da liberdade de imprensa no país.

"Merece total repúdio do povo brasileiro a tentativa de intimidação da imprensa, por parte do PT, da campanha Dilma e de setores sindicais. A convocação de um ato destinado a esse fim explicita a vocação autoritária desses apoiadores.

Não se espantam com a corrupção e com os malfeitos, queixam-se das notícias que revelam corrupção. Querem uma imprensa e uma opinião pública subordinadas. Não é coincidência que os mesmos que preconizam um “controle da imprensa” se juntem para tentar tirar legitimidade de uma vitória de José Serra.

Nunca antes na história deste país se viu tanta desfaçatez. O presidente da República apequena e mancha a investidura que recebeu para jogar-se numa aventura ilegal, subvertendo as leis e as normas básicas do jogo democrático. Sob o pretexto da popularidade, os patrocinadores da chapa oficialista consideram-se inimputáveis. Instituíram o vale-tudo: abuso da máquina, uso de dinheiro público e violações de direitos constitucionais.

Ao convocar um ato para intimidar a imprensa, têm a cara-de-pau de evocar a democracia, quando o que querem é abalar um dos seus pilares: a liberdade de expressão e de informação. Causa perplexidade que chamem de jogo sujo o direito à informação, ao mesmo tempo em que inundam o país com panfletos mentirosos a respeito dos adversários.

O povo brasileiro não é bobo. Não se deixará intimidar, nem se deixará levar por previsões que dão como terminada, e com resultado apurado, uma eleição em que ninguém ainda votou. Querem ganhar no grito, na pressão e na ameaça.

Não passarão. No dia 3 de outubro, longe das pressões do Poder e de seus asseclas, os eleitores brasileiros se manifestarão. Livres. Das urnas sairá a vontade popular.

Em defesa da democracia, da liberdade, em defesa de um país decente.

Senador Sérgio Guerra

Presidente Nacional do PSDB

Brasília, 21 de setembro de 2010
"

(Foto: Ag. Senado)

Leia também:

Ataques petistas à imprensa são um flerte com o totalitarismo

16 de set. de 2010

Hora de sair

Em nota, PSDB cobra afastamento imediato de ministra da Casa Civil

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), cobrou nesta quinta-feira (16) o afastamento imediato da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, que substituiu Dilma Rousseff no cargo por indicação da candidata do PT. Segundo o tucano, ”diante de tamanho escândalo, não mais se trata de ganhar ou perder votos, de assunto eleitoral, para onde o governo, a candidata e o PT tentaram desviar. O caso é de polícia”.

Jornais de circulação nacional publicaram hoje novas denúncias contra a ex-braço direito de Dilma Rousseff, tornando ainda mais insustentável a permanência dela à frente da Casa Civil. Leia mais sobre o assunto neste blog ainda hoje. Abaixo, a íntegra da nota do PSDB:

NOTA À IMPRENSA
As investigações sobre as crescentes denúncias envolvendo a ministra Erenice Guerra, seus familiares, ex-familiares, assessores e ex-assessores, não podem ser feitas com a atual ministra no cargo, seu afastamento é essencial e deve ser imediato.

Diante de tamanho escândalo, não mais se trata de ganhar ou perder votos, de assunto eleitoral, para onde o governo, a candidata e o PT tentaram desviar. O caso é de polícia.

Somente o afastamento da atual ministra-chefe da Casa Civil vai permitir a investigação séria, profunda, transparente e sem farças, que o Brasil exige e o governo tem a obrigação de permitir. Caso contrário, será mais um crime envolvendo o PT e suas principais lideranças a ser empurrado para debaixo do tapete.

Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB
Brasília, 16 de setembro de 2010

(Da redação com assessoria do PSDB/ Foto: Ag. Senado)

6 de set. de 2010

Aloprados 2

Envolvimento de filiados ao PT em quebras de sigilo comprova motivação eleitoral, diz Feldman

A revelação de que mais um filiado ao PT se envolveu na quebra ilegal de sigilo de tucanos comprova a motivação eleitoral da operação. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (6) pelo deputado Walter Feldman (SP). Gilberto Amarante, analista tributário da Receita Federal, acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, em Formiga (MG). Ele é filiado ao PT desde 2001, como comprova cadastro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para Feldman, os novos fatos reiteram os alertas que o PSDB vem fazendo desde o início do escândalo. “É a confirmação da existência de uma rede de conspiração no processo eleitoral, quebrando o sigilo fiscal, deixando o país em uma situação de insegurança total e demonstrando uma confusão absoluta entre os papéis de governo e Estado, algo inaceitável do ponto de vista da segurança legal para o nosso país”, criticou. Ainda segundo o tucano, a Receita Federal atuou não somente de forma conivente com a campanha do PT, mas também de maneira leviana.

Ao jornal “O Globo”, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), também afirmou que o episódio é uma operação ampla para favorecer o PT e tentar intimidar a oposição. "Essa eleição está seriamente afetada por essa questão de quebras sucessivas de sigilo”, alertou o tucano.

Reprodução de documento do Serpro, serviço de processamento de dados do governo, mostra que todos os acessos ao CPF de Eduardo Jorge ocorreram no mesmo dia: 3 de abril de 2009, durante 41 segundos entre a primeira e a última entrada, seis meses antes de servidores da Receita em Mauá (SP) devassarem as declarações de Renda de Eduardo Jorge e de outros tucanos.

Além de Gilberto Amarante, o assessor contábil que entregou à Receita uma procuração falsa em nome de Verônica Serra, filha do candidato tucano à Presidência, José Serra, também assinou ficha de filiação ao PT. Antônio Carlos Atella Ferreira é cunhado de um dos fundadores do partido em Mauá e se tornou um militante em outubro de 2003.

Segundo Walter Feldman, fica claro o envolvimento do PT, dada a facilidade de acesso aos dados sigilosos de Eduardo Jorge. “Parece que não há nenhum tipo de proteção, mostrando não apenas uma conivência, mas uma leviandade no trato da segurança de todos os brasileiros, e não apenas os tucanos”, alertou.

O deputado afirmou que o rastro petista não está somente na Receita Federal, mas em toda a estrutura do Estado. “É nossa tarefa mostrar que esse rastro petista não está apenas na Receita Federal. Existe um processo de encrustamento da máquina petista dentro da estrutura do Estado, o que preocupa muito em relação a novas ações. Os brasileiros devem ficar atentos para impedir que isso aconteça”, frisou Feldman.

O tucano criticou ainda a omissão do Palácio do Planalto diante dos fatos. “O presidente Lula questiona quem é esse tal de sigilo fiscal, como se fizesse escárnio de um problema tão grave. Como maior autoridade do país, ele deveria fazer cumprir a Constituição, e não colocar-se à parte desse processo, algo absolutamente inaceitável”, reprovou.

Dados podem ter sido consultados também em outros órgãos
O relatório que detectou as consultas ao CPF de Eduardo Jorge foi produzido pelo Serpro, serviço de processamento de dados do governo, no dia 27 de julho. Foram encontradas ainda consultas ao CPF do tucano feitas por terminais da Polícia Federal, Banco Central e Ministério Público.

(Reportagem: Alessandra Galvão/Foto: Eduardo Lacerda)

Ouça aqui o boletim de rádio

13 de jul. de 2010

Direto do Twitter

@depsilviotorres Imprensa, TCU, FIFA apontam "impressionante atraso" e desorganização da Copa 2014. Aeroportos, estádios, mobilidade urbana - tudo p/ ser começado...

De fato o Brasil tem muitos desafios pela frente para deixar tudo pronto até 2014. Segundo a Fifa, falta tudo ao país para sediar o torneio. Leia matéria do Estadão: http://migre.me/WAVx

@duarte_nogueira Centrais sindicais viraram massa de manobra do PT. http://bit.ly/btpqyQ

O link remete à reportagem da Agência Tucana na qual parlamentares do PSDB criticam a notória parcialidade dessas centrais, que foram aparelhadas pelo Partido dos Trabalhadores

@Sergio_Guerra Até chegar ao governo o PT detestava pelegos. Depois, multiplicou os pelegos.

@AlfredoKaefer Leia mais sobre nossa proposta para mudar julgamento de menores infratores: http://www.alfredokaefer.com.br/site/noticia.php?idnoticia=797

Segundo o texto publicado no site do deputado, a intenção principal de seu projeto é transferir para a autoridade judiciária a decisão sobre a imputabilidade penal do menor de 18 anos.

10 de mai. de 2010

Debate no Estadão

PSDB fez oposição responsável ao governo Lula, destaca Sérgio Guerra


O PSDB fez ao longo dos últimos sete anos uma oposição responsável ao governo do presidente Lula, sem exageros e de total compromisso com o país. Foi o que afirmou nesta segunda-feira (10) o presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), em debate promovido pelo grupo Estado com o presidente do PT, José Eduardo Dutra. Segundo ele, essa linha de atuação fará com que o partido não baixe o nível durante a campanha eleitoral. “Temos que discutir o melhor para o Brasil. E sabemos separar bem o que é de interesse do partido do que é interesse nacional", ponderou.

Durante o debate, o tucano também destacou diferenças das duas legendas na condução do governo. “Nas questões centrais do país, o PSDB nunca vacilou,ao contrário do PT”, comparou. O senador também reprovou aspectos da gestão petista à frente do Palácio do Planalto, como a conturbada política externa, o aparelhamento do Estado e o uso da máquina pública como instrumento de campanha. Ainda segundo o tucano, o verdadeiro mérito do governo atual foi ter dado continuidade à política econômica do seu antecessor. Veja abaixo alguns pontos do debate:

Plano Real e o legado de FHC
“Antes do Plano Real, o país dançava de acordo com soluções econômicas que não deram certo. Quando o elaboramos, sabíamos que estávamos fazendo um projeto a curto, médio e longo prazos", disse Sérgio Guerra ao lembrar que o PT votou contra o programa. Além de ter afastado de vez o fantasma da inflação, essa iniciativa foi essencial para o desenvolvimento do país, conforme destacou. O tucano afirmou ainda que o grande mérito do governo Lula foi ter dado continuidade à política econômica e aos programas sociais criados na gestão FHC. “No Plano Real, o PT fez o diabo. Já o PSDB nunca foi contra os programas sociais - ele os inventou", comparou.

Política externa equivocada
Guerra criticou pontos da polêmica 3ª edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), lançado pelo governo Lula. Ele cobrou um posicionamento da pré-candidata petista, Dilma Rousseff, em relação ao PNDH e afirmou que o PT não gosta da liberdade de imprensa. O senador lembrou ainda as violações aos direitos humanos em Cuba, Venezuela e Irã, países que contam com a simpatia do Planalto. “Firmar acordos é correto, assim como estabelecer parceiros comerciais. O que não está certo é essa simpatia e proximidade com ditaduras contestadas por todas as outras nações”, afirmou.

Contra o aparelhamento do Estado
O tucano criticou o aparelhamento do Estado e afirmou que fazer alianças é natural na política. No entanto, diferentemente do PT, o PSDB busca abrigar não a "companheirada", mas sim chamar técnicos experientes e competentes. "O Estado não pode ser aparelhado. E não vamos trocar cargos no governo por apoio de quem quer que seja", pontuou.

O PT e a campanha antecipada
"Dilma não sairia de 5% para 20% das intenções de voto se não tivesse feito campanha antecipada”, resumiu o presidente do PSDB. O tucano criticou o uso da máquina pelo PT para fazer campanha fora de hora e afirmou que a oposição acionará a Justiça Eleitoral quantas vezes for preciso para combater essa prática ilegal. O senador chegou a citar episódios que ele presenciou nos quais petistas aclamavam o nome da ex-ministra para presidente, inclusive com a presença de Lula.

Ficha Limpa é fundamental
O presidente da legenda assumiu o compromisso de que o PSDB não terá candidatos com ficha suja e afirmou que o partido seguirá o projeto Ficha Limpa, em tramitação no Congresso, mesmo se as regras aprovadas por deputados e senadores não forem aplicadas já para as eleições de outubro.

Manobra irresponsável no PAC
Para Guerra, é uma irresponsabilidade a tentativa do governo de permitir que o orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) seja modificado em até 30% sem passar pelo crivo dos parlamentares - o equivalente hoje a cerca de R$ 8,8 bilhões. Para ele, isso prova claramente que não existem projetos concretos no PAC e que o programa, de fato, nunca conseguiu engrenar. Neste ano, por exemplo, de um orçamento de R$ 28,6 bilhões, o governo executou até o último dia 7 apenas 3,9% do total.

(Reportagem: Djan Moreno/Foto: Agência Senado)

3 de mai. de 2010

Finanças em ordem

Senado comemora 10 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal

Por considerar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) "um divisor de águas nas finanças públicas brasileiras", o senador Tasso Jereissati (CE) propôs que os dez anos da norma sejam lembrados em Plenário. A comemoração da data ocorrerá nesta quarta-feira (5), a partir das 14h. A cerimônia foi pedida também por outros senadores do PSDB, como o presidente do partido, Sérgio Guerra (PE);o 1º vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (GO); o líder da bancada na Casa, Arthur Virgílio (AM); além de Lúcia Vânia (GO) e Alvaro Dias (PR).

O que é a LRF?
Aprovada pelo Congresso Nacional em 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) é um dos principais legados do governo Fernando Henrique Cardoso. A legislação criou um código de conduta para os administradores públicos de todo o país válido para os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) nas três esferas de governo (federal, estadual e municipal).

Primeiro instrumento jurídico elaborado para impor normas e limites no gasto do dinheiro público, a LRF fixa limites para despesas com pessoal e para o endividamento público. E ainda determina que sejam criadas metas para controlar receitas e despesas. O governante que não cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, nos devidos prazos, estará sujeito a penalidades que incluem até o enquadramento em crime de responsabilidade fiscal.

PT, PC do B e PSB foram contra e perderam no Supremo
Como lembrou o senador Tasso Jereissati, três partidos – PC do B, PT e PSB – chegaram a pedir a derrubada completa da LRF, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) recusou o pedido. "Com o apoio popular, subitamente os críticos se tornaram também defensores da LRF, o que deve ser bem recebido. Os resultados são expressivos, especialmente no âmbito dos estados e municípios, que se transformaram de fatores de perturbação da política fiscal brasileira em baluartes da austeridade fiscal", destacou o tucano.

(Da redação com Jornal do Senado/Foto: Ag. Senado)

19 de abr. de 2010

Mobilização

Aliados lotam encontro para receber José Serra em Minas Gerais


Cerca de mil pessoas lotaram o auditório do Sesi-Minas, em Belo Horizonte, na recepção promovida por PSDB, PTB, PP, PPS e DEM a José Serra nesta segunda-feira (19). O evento contou com presença expressiva de deputados federais e senadores do PSDB, que destacaram a unidade em torno não somente do pré-candidato tucano à Presidência, mas também ao nome de Antonio Anastasia para o governo de Minas Gerais. Ele assumiu o Palácio da Liberdade com a saída de Aécio Neves, que também participou do encontro na capital mineira.

Em sua passagem por BH, Serra recebeu dos mineiros a "Agenda Minas", documento com as principais reivindicações do estado. Também foi entregue ao tucano um balanço dos sete anos da gestão Aécio, que deixou o governo em março com forte aprovação popular. Mais cedo, Serra havia se encontrado com empresários na Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg).

Além dos parlamentares, vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais de todo o estado prestigiaram Serra e Anastasia. Segundo Rafael Guerra (MG), houve uma demonstração inequívoca da unidade mineira em torno da pré-candidatura do PSDB à Presidência.

Paulo Abi-Ackel (MG) destacou que Serra teve "um excepcional desempenho" ao tratar dos desafios mineiros e de soluções para o estado, que tem a 3ª maior economia do país. Na área de infraestrutura, indicou obras fundamentais, mas ignoradas pelo governo Lula, a exemplo da duplicação da BR-381, a reforma do Anel Rodoviário da capital e a ampliação do metrô de BH e do Aeroporto de Confins. Serra considerou inaceitável o fato deste metrô ter recebido o último investimento ainda no governo de FHC.

O pré-candidato também elogiou a iniciativa mineira, dizendo que ao chegar a outros estados brasileiros vai mencionar a "Agenda de Minas". Segundo ele, o documento servirá de guia para o seu trabalho.

Lula abandona estradas federais no estado
Como lembrou Aécio Neves, das 225 estradas que precisavam receber investimentos em MG, apenas seis são de responsabilidade do Planalto. Enquanto o governo estadual recuperou as 219 rodovias sob sua responsabilidade, o governo federal não realizou nenhuma melhoria nas seis estradas que pertencem à União.

(Reportagem: Letícia Bogéa/ Foto: João Bosco-PSDB/MG)

Ouça aqui o boletim de rádio

10 de abr. de 2010

Futuro promissor

Oposição unida por um Brasil que pode mais

Em uma demonstração de força, a oposição lançou neste sábado (10) a pré-candidatura de José Serra à Presidência da República em um encontro que lotou o Centro de Convenções Brasil 21, com a presença de cerca de seis mil pessoas. Políticos e militantes não somente do PSDB, PPS e DEM - mas também do PTB, PMN e PSC - vieram de todas as partes do Brasil para a capital federal, onde ficou evidente a união em torno de um nome que pode fazer muito mais pelo Brasil. As bancadas tucanas na Câmara e no Senado também comparecem em peso ao encontro da oposição.

O líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida (BA), deu o tom da campanha que começará apenas em junho, com a confirmação das candidaturas nas convenções partidárias. “Vamos pensar no futuro sem vergonha do passado, pois estaremos ancorados em tudo que foi construído nos últimos anos”, destacou. Segundo ele, Serra terá agora um comportamento de estrito respeito à lei, ao contrário da pré-candidata do PT, que nos últimos meses fez campanha em flagrante desrespeito à legislação eleitoral.

Além de Serra, discursaram no evento conduzido pela apresentadora Ana Hickmann o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves e os presidentes do PSDB, DEM e PPS, Sérgio Guerra, Rodrigo Maia e Roberto Freire, respectivamente.

Abaixo, apenas alguns dos principais pontos destacados nos pronunciamentos dessas lideranças:

> Juntos, os brasileiros de bem podem avançar muito mais. A oposição rechaça a tese de divisão do país, como os adversários insistem em tentar colocar em prática. Um bom governo deve servir a todos.

> As conquistas alcançadas não nos últimos anos são fruto de um esforço coletivo. O Brasil não começou em janeiro de 2003. E mais: ao contrário do PSDB, que não tem problemas com o passado, o PT foi contra vitórias históricas recentes como o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

> Em outubro, o Brasil terá a chance de dar um novo salto em sua história, pois a oposição coloca aos eleitores um nome com biografia, liderança, experiência e conhecimento dos problemas nacionais e como resolvê-los.

> O governo que se encerra em dezembro perdeu a oportunidade de avançar mais, seja na aprovação de reformas; seja em áreas estratégicas como saúde, educação e infraestrutura; seja em setores vitais como a segurança pública.




Frases

“Vamos pensar no futuro sem vergonha do passado, pois estaremos ancorados em tudo que foi construído nos últimos anos.”
Líder João Almeida (BA)

“Temos o nome mais qualificado e com liderança para levar o país a um novo patamar de qualidade.”
Senador Sérgio Guerra (PE)

“Novamente o PSDB é chamado pelo povo e por aqueles que entendem que o Brasil pode ter um desempenho muito melhor. Temos que pensar sempre no futuro, apesar de nos orgulharmos do que fizemos no passado.”
Dep. Antonio Carlos Pannunzio (SP)

“O momento é de alegria e também de muito compromisso. É preciso fazer com que o país continue crescendo e reduza as desigualdades sociais com um candidato que é o mais preparado, competente e ético”.
Deputada Rita Camata (ES)

“Vamos aproveitar aquilo de bom que o governo atual fez e levar adiante fazendo um projeto não de governo, mas de Estado, para produzir os avanços que nosso país precisa.
Dep. Professor Ruy Pauletti (RS)

“Vencerão as melhores propostas, embasadas naqueles que fizeram mais. Serra se enquadra nessas categorias e representa o sentimento do povo brasileiro de que é preciso mudar”
Dep. Cláudio Diaz (RS)

"Queremos trazer para o país o melhor quadro que temos: José Serra. Com a bagagem, o talento, o trabalho e a trajetória dele, estamos correspondendo exatamente à expectativa da sociedade."
Dep. Ricardo Tripoli (SP)

"Este é um momento de afirmação da vida pública brasileira, onde a gestão, moralidade e eficiência deste experiente gestor público, que poderá trazer ao país melhores dias."
Dep. Eduardo Gomes (TO)

"O Brasil pode esperar, confiar e acreditar. Hoje tivemos um show de civismo. Temos a partir de hoje a possibilidade de fazer a união dos brasileiros em favor do desenvolvimento do Brasil."
Dep. Albano Franco (SE)

“Serra está preparado para ser um grande presidente por seu compromisso com o povo brasileiro e com o desenvolvimento. O evento de hoje foi maravilhoso e podemos esperar muitos avanços, pois o Brasil pode muito mais e é isso que vai nos mover. Temos um país que pode crescer muito e com ele isso irá acontecer."
Deputada Thelma De Oliveira (MT), presidente do PSDB Mulher

Na Rádio Tucana, mais comentários sobre encontro deste sábado:

Deputado Jutahy Junior (BA)
Deputado Otavio Leite (RJ)
Deputado Julio Semeghini (SP)
Deputado Bruno Araújo (PE)
Senador Papaléo Paes (AP)
Senador Eduardo Azeredo (MG)
Paulo Renato Souza, secretário de Educação de SP
Governador de Roraima, Anchieta Júnior

Leia também:

A íntegra do discurso de José Serra

Veja a cobertura do encontro no site do PSDB

(Da equipe do blog/ Fotos: Eduardo Lacerda e Paula Sholl)

8 de abr. de 2010

Diálogo com Legislativo

Tucanos prestigiam visita do governador Anastasia ao Congresso



Deputados do PSDB acompanharam a visita do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), nesta quinta-feira (8) ao Congresso Nacional. O governador foi recebido pelo presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), pelo líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida (BA), pelo primeiro-secretário da Câmara, deputado Rafael Guerra (MG), e pelos presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP).

Parceria efetiva- Para o líder tucano, a visita representa a estima do governador pelos poderes da República. “É também uma cortesia às bancadas do PSDB na Câmara e no Senado. Ficamos muito alegres por sua firmeza no reconhecimento da responsabilidade que tem em Minas e no processo eleitoral”, ressaltou Almeida.

Presidente do PSDB-MG, o deputado Narcio Rodrigues (MG) afirmou que a visita marca o compromisso de Anastasia em ter uma relação cordial com os três poderes. “É também um reconhecimento da importância de manter uma parceira e um diálogo permanente com o Parlamento. Ele é um homem de projetos e terá na interlocução com o Congresso Nacional a oportunidade de estabelecer parcerias”, destacou.

Para Paulo Abi-Ackel (MG), a presença do governador “é um sinal de respeito de Minas Gerais aos poderes da República”. Já Bonifácio de Andrada (MG) disse que a visita “é muito importante, já que o governador representa um dos estados mais importantes do país”.E segundo Rafael Guerra, a bancada do PSDB vai lutar em prol da liberação de recursos orçamentários para Minas Gerais.

Anastasia explicou que a visita institucional faz parte da convivência típica das melhores tradições republicanas. “Todo governador, ao assumir um estado, por critério de respeito e reverência, deve visitar os poderes federais em Brasília”, afirmou. Ele disse que o apoio das bancadas tucanas no Congresso é fundamental nesta reta final do governo. “Projetos importantes de interesse suprapartidário de Minas tramitam no Congresso. Tenho certeza de que as bancadas vão continuar nos ajudando como fizeram nos últimos anos”, completou.

Anastasia visitou também o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, além do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o vice, José Alencar. (Reportagem: Alessandra Galvão/Foto: Eduardo Lacerda)

7 de abr. de 2010

Demora injustificável

Para oposição, homenagem de Dilma a Tancredo não passa de encenação

Em nota divulgada nesta quarta-feira (7), PSDB, DEM e PPS afirmam que a homenagem de Dilma Rousseff a Tancredo Neves chega com 25 anos de atraso e sem explicações devidas ao longo de todo esse tempo. "Tardia e mal explicada, a homenagem se reduz a uma encenação com as marcas inconfundíveis da impostura e do oportunismo, presentes em outras passagens da carreira da neo-petista Dilma Rousseff", diz o documento.

Histórico vergonhoso do PT - Ontem a pré-candidata petista à Presidência visitou cidades históricas de Minas Gerais. No roteiro montado para forçar uma suposta vinculação dela ao estado, foi preparada uma visita de Dilma ao túmulo de Tancredo em São João Del Rei.

O texto da oposição também recorda a postura do Partido dos Trabalhadores em um dos momentos mais importantes da história política brasileira - a redemocratização após duas décadas de regime militar, período em que Tancredo teve uma atuação marcante.

"O PT, partido ao qual Dilma Rousseff aderiu recentemente, mas que hoje representa no nível mais alto, negou apoio a Tancredo Neves e ao pacto de transição democrática que sua candidatura presidencial possibilitou. Intransigente no erro, o PT expulsou seus deputados que entenderam a importância desse pacto para o Brasil e votaram em Tancredo no colégio eleitoral", lembra a nota assinada pelos presidentes dos PSDB, DEM e PPS - senador Sérgio Guerra (PE), deputado Rodrigo Maia (RJ) e Roberto Freire (PE), respectivamente.


O texto da oposição lembra ainda que Lula, "numa de suas lamentáveis bravatas oposicionistas", desprezou a proposta de diálogo entre trabalhadores e empresários formulada por Tancredo em sua pregação. "Com a arrogância habitual, nem o PT, nem Dilma Rousseff, nem Lula da Silva jamais se retrataram por suas posições equivocadas e mesquinhas nesse passo decisivo da caminhada do Brasil rumo à democracia", recorda a nota, cuja íntegra está disponível abaixo. (Reportagem: Marcos Côrtes/ Foto: Ag. Senado)

Nota conjunta - "Um atraso histórico"

A homenagem de Dilma Rousseff a Tancredo Neves chega com 25 anos de atraso e sem explicações devidas e nunca apresentadas todo esse tempo.

O PT, partido ao qual Dilma Rousseff aderiu recentemente, mas que hoje representa no nível mais alto, negou apoio a Tancredo Neves e ao pacto de transição democrática que sua candidatura presidencial possibilitou.

Intransigente no erro, o PT expulsou seus deputados que entenderam a importância desse pacto para o Brasil e votaram em Tancredo no colégio eleitoral.

Luis Inácio Lula da Silva, numa de suas lamentáveis bravatas oposicionistas, desprezou a proposta de diálogo entre trabalhadores e empresários formulada por Tancredo em sua pregação.

Com a arrogância habitual, nem o PT, nem Dilma Rousseff, nem Lula da Silva jamais se retrataram por suas posições equivocadas e mesquinhas nesse passo decisivo da caminhada do Brasil rumo à democracia.

Da mesma forma, jamais se retrataram da negativa de apoio a outro mineiro ilustre, Itamar Franco, quando lhe coube a missão de resgatar a democracia brasileiras dos descaminhos de Collor de Mello - hoje aliado dileto do governo Lula e da candidatura de Dilma Rousseff.

Tardia e mal explicada, a homenagem a Tancredo Neves se reduz a uma encenação com as marcas inconfundíveis da impostura e do oportunismo, presentes em outras passagens da carreira da neo-petista Dilma Rousseff.

Senador Sérgio Guerra (PE) - Presidente Nacional do PSDB
Deputado Rodrigo Maia (RJ) – Presidente Nacional do DEM
Roberto Freire – Presidente Nacional do PPS

Brasília, 07 de abril de 2010.

Ouça AQUI o boletim da Rádio Tucana.

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3 de mar. de 2010

Recursos para educação

Senadores tucanos enxergam na ampliação do Bolsa Família chance para que Brasil se desenvolva

Os senadores tucanos voltaram ao ringue para defender o projeto de autoria do senador Tasso Jereissati (CE), que amplia o Bolsa Família premiando os alunos com melhor desempenho escolar. Aprovado na Comissão de Educação do Senado na última terça-feira (2), a medida recebeu críticas dos parlamentares governistas; a líder do governo no Senado, senadora Ideli Salvati (PT-SC), votou contra a medida e, ontem, o próprio presidente Lula, à repórteres, questionou de onde viriam os recursos para aprovação da medida.

Há dinheiro sim - "O Bolsa Família sem link com a educação é a perpetuação da pobreza. O projeto é um estímulo adicional para a criança que tenha bom desempenho educacional. O projeto [Bolsa Família] sempre teve ligação com a educação. Não há desenvolvimento sem educação. O presidente gasta milhões com a Venezuela, a Bolívia e acha dificuldade para colocar tostões na educação? Esse não é o Lula que conheci", disse Tasso Jereissati.

Premiação por mérito - O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), também reforçou a defesa de Jereissati. “Isso é conversa fiada. O projeto complementa o que faltava ao Bolsa Família. Trata-se de uma premiação por mérito para produzir melhorias reais. O Bolsa Família é um consenso. Ninguém pode ser contra esse projeto que premia as virtudes”, destacou.

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), também reagiu às declarações petistas. “Estranho a declaração da líder do governo. Foi estimulando o estudo das crianças que o Japão se tornou aquela potência. Foi assim que a China se tornou um país de engenheiros", afirmou.

"Estranho também a declaração do presidente Lula de que a ideia não é ruim, mas que não há Orçamento. Mas há Orçamento para Venezuela, Cuba, para 38 ministérios e para tanta gente que é nomeada para aparelhar o Estado e não prestar serviços à população”, comparou o líder tucano. (Reportagem: Regina Bandeira/Foto: Ag. Senado)

22 de jan. de 2010

Desespero petista

Aníbal contesta ataques do PT e campanha fora de hora de Dilma



O líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), condenou nesta sexta-feira (22) o baixo nível dos ataques feitos pelo PT à oposição e a campanha fora de hora conduzida pelo presidente Lula em inaugurações pelo país. O objetivo dessas cerimônias com teor eleitoral é o de promover o nome da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), mas usando dinheiro público e fora do prazo permitido para a campanha política.

Uso da máquina pública - “É muito grave o governo fazer propaganda política-eleitoral ilegal fora de época. Isso margeia a corrupção. Eles usam a máquina pública para levar a candidata de um lado para outro, para lançar pedras fundamentais e para atacar a oposição, tudo com dinheiro público. Isso não pode ser feito nem com dinheiro de partido, até porque a campanha só começa em julho”, ressaltou.

Durante evento na última terça-feira (19) no interior de MG, Lula deu o tom da campanha antecipada. Ao lado da ministra, disse que vai precisar "pegar todas as obras que tem em Minas Gerais, que são muitas, para que a gente possa inaugurá-las." A afirmação motivou a oposição a apresentar uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na qual os partidos acusam o presidente de violar a lei eleitoral ao promover o nome de Dilma fora de hora.

Ainda segundo Aníbal, as afirmações da ministra de que os tucanos acabariam com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) caso cheguem ao poder e os xingamentos de Lula ao se referir ao presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), mostram um certo desespero no PT. Para o líder, os correligionários de Lula estão preocupados, já que a candidatura de Dilma não tem qualquer apelo.

21 de jan. de 2010

Mentiras

PSDB vai à Justiça contra presidentes do PT por calúnia e difamação  


O secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), declarou nesta quinta-feira (21) que o PSDB vai interpelar na justiça comum os dirigentes do PT Ricardo Berzoini e José Eduardo Dutra (o presidente atual e o presidente eleito, respectivamente) por calúnia e difamação.

Para a Executiva Nacional do PSDB, a acusação dos dois petistas contra o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), que se referiram ao senador como “verdadeiro jagunço da política”, revela grave preconceito contra o povo nordestino. “Ao promoverem o preconceito entre brasileiros, mostram que desconhecem o que é fazer política com independência, integridade e ter ética por convicção”, afirmou, em nota, o secretário do PSDB.

Troca de notas - Em nota, Rodrigo de Castro (foto) afirma que o PSDB continuará agindo de forma tranqüila, equilibrada, “e sem baixarias e preconceitos. E que vai continuar mostrando à opinião pública brasileira o que é democracia, respeito às idéias e, principalmente, o que é verdade e o que é pura propaganda”, afirma.

Na nota dos dois petistas, o governador tucano José Serra é xingado de “hipócrita” pelo fato de ter dito que não iria entrar em bate-boca eleitoral, evitando, dessa forma, responder as declarações da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) de que o PSDB teria intenção de acabar com os programas sociais.

Terrorismo Político - Durante comício na última terça-feira (19) para entrega de barragem na cidade de Jenipapo (MG), região do empobrecido Vale do Jequitinhonha, a candidata do Planalto afirmou àquela população que, se ganhar as eleições, o PSDB acabará com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento, que nos últimos três anos concluiu apenas 33% das obras) e com o Bolsa Família – programa inspirado no Bolsa Alimentação, Vale Gás e Bolsa Escola criados pelo PSDB.

A nota do PSDB condenou a utilização do medo no discurso da candidata e ministra e reafirmou a intenção do PSDB em defender a verdade, as idéias e os fatos de forma democrática, além de condenar o terrorismo político. "É isso o que tem feito o presidente do PSDB; e o melhor, dentro da lei, do respeito ao dinheiro público e com o objetivo de esclarecer o povo brasileiro contra as mentiras com objetivos meramente eleitoreiros”, declarou Rodrigo de Castro. (Da redação do Diário Tucano, Regina Bandeira, com informações da assessoria do PSDB/ Foto: Du Lacerda)

Debate na CBN

Aníbal rechaça ataques do PT e critica resultados pífios do PAC

Em debate que foi ao ar nesta quarta-feira (20) na rádio CBN, o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), classificou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) "de uma boa peça de propaganda, mas de resultados escassos". O tucano alertou para a baixíssima execução orçamentária do programa do governo federal e aproveitou para compará-lo aos bons resultados apresentados pelo Governo de São Paulo, comandado por José Serra.

Mentiras petistas - O tucano participou do debate ao lado do presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, que tentou, sem argumentos consistentes, defender o PAC. Questionado sobre as declarações da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) de que a oposição pretende acabar com o PAC, Aníbal lembrou que o governo busca apenas antecipar a campanha eleitoral de forma caluniosa.

“O PAC é um programa totalmente debilitado e tem mais propaganda sobre a ideia do crescimento do que propriamente realizações. A sua efetiva execução em três anos – 2007, 2008 e 2009 - foi de 33%. Já no ano passado, o programa tinha R$ 27 bilhões pra investir, mas gastou efetivamente pouco mais do que 30%. Os resultados são muito escassos”, reiterou o líder.

O deputado lembrou ainda que as críticas feitas por ele foram as mesmas usadas pelo presidente nacional do PSDB, senador
Sérgio Guerra (PE), a respeito da lentidão do PAC e da incompetência da gestão Lula para conduzi-lo. Aníbal também se referiu a outro ataque infundado do PT, no qual acusa os tucanos de terem supostamente elaborado um decreto para que o governo sucessor fosse impedido de criar escolas técnicas.

20 de jan. de 2010

Maus exemplos

Em nota, presidente do PSDB aponta mentiras de Dilma Rousseff

Leia abaixo a íntegra da nota à imprensa assinada pelo presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), na qual o tucano critica duramente o comportamento da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Segundo o documento divulgado nesta quarta-feira (20), "mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades" são a base do discurso da petista, que é pré-candidata do PT à Presidência da República.

"Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.

Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.

Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.

Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel.

Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.

A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.

Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.

Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.

Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.

Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB
Brasília, 20 janeiro de 2010"

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Desrespeito à lei

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O PT tenta repetir o terrorismo eleitoral que empregou em 2006 e desconhece o que é um partido democrático. A avaliação é do presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), para quem o comportamento adotado por petistas nos últimos dias, e agora pelo presidente daquele partido, é de total desrespeito à lei.

Em declaração divulgada nesta quarta-feira (20), Guerra volta a advertir que o partido do presidente Lula seguidamente têm desrespeitado a Lei Eleitoral, fazendo campanha com o dinheiro público diariamente.

Veja abaixo a íntegra:

" O PT é doutor em terrorismo eleitoral. Foi assim nas eleições de 2006, e vai se repetindo agora. Não respeitam a Lei Eleitoral, fazem campanha com dinheiro público todos os dias e desconhecem o funcionamento de um partido democrático.

Muito do que o governo chama de PAC não passa de pedras fundamentais para servir de palanque eleitoral.

O Brasil precisa de investimentos em infraestrutura desenvolvidos de acordo com a Lei, como os que o Congresso Nacional aprovou ao votar o Orçamento da União. Com cronogramas responsáveis e não apenas mera ficção.

Não vamos dar respaldo a obras irregulares,com graves problemas apontados pelo TCU e CGU ".

Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB

Brasília, 20 de janeiro de 2009.

(Da Agência Tucana/ Foto: Ag. Senado)

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23 de dez. de 2009

Em defesa da sociedade

Tucanos destacam conquistas da oposição no Orçamento de 2010


O plenário do Congresso Nacional aprovou, na noite desta terça-feira (22), o substitutivo ao projeto de lei orçamentária para 2010. Após a oposição impor dura resistência para aprovar o texto proposto inicialmente pelo relator-geral, deputado Geraldo Magela (PT-DF), o petista aceitou exigências feitas sobretudo pelo PSDB e pelo DEM. O acordo acabou sendo fechado cerca de meia hora antes das 0h de quarta-feira, prazo-limite para votação da matéria. Para o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), a oposição conseguiu uma vitória ao forçar modificações essenciais para o interesse da sociedade.

Principais pontos - “Nossa grande conquista foi a não aprovação de uma série de créditos que, na verdade, eram uma campanha política contra nós e contra o Brasil. E também a eliminação de centenas de emendas indevidas por parte do relator que somavam R$ 3,5 bilhões. Isso tudo caiu e agora os recursos serão distribuídos de forma equânime entre os estados, sem favorecimento daqueles apontados pelo governo ou pelo relator”, destacou Guerra, que teve participação decisiva nas negociações finais.

“Eram mais de duas mil emendas do relator. Isso não tem condições. Além disso, tem os projetos de crédito. O governo corta as emendas e depois manda estes ‘jumbões’ com bilhões para ser aprovados de última hora. É um processo sem transparência”, criticou o líder tucano no Senado, Arthur Virgílio (AM) antes do acordo. Ele citou, por exemplo, uma emenda que dirigia recursos para obras para a Copa de 2014 no Piauí, estado que nem sediará jogos desse torneio.

15 de dez. de 2009

Decepção

Relatório de governista na CPI da Petrobras é uma farsa, diz Alvaro

O senador Alvaro Dias (PR) criticou nesta terça-feira (15) o relatório final da CPI da Petrobras, qualificado por ele como "a farsa do ano". No documento, o relator da comissão criada para investigar irregularidades na atual gestão da companhia, Romero Jucá (PMDB-RR), isenta a empresa de todas as suspeitas de fraudes e ilícitos apontados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União (CGU) e pela Polícia Federal (PF).

Feito pela Petrobras? - Governista, Jucá apresentou seu relatório na sessão da CPI desta terça-feira. O senador Fernando Collor (PTB-AL) pediu vistas do documento, o que provocou a suspensão da sessão. O prosseguimento foi marcado para esta quarta-feira (16).

Aberta em julho, a CPI tinha até março para concluir o trabalho. "Como um trator, o governo impediu que a CPI investigasse a Petrobras, controlou depoimentos e manipulou seu calendário. Tudo foi feito para que nada fosse apurado", lamentou Dias.