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3 de nov. de 2010

Bom desempenho da oposição

Resultado nos estados mostra opção do eleitor pela diversidade no poder, diz líder tucano

Após o término das eleições 2010, o PSDB saiu fortalecido ao se tornar o partido com o maior número de governadores eleitos no país: oito, sendo quatro no primeiro turno (SP, MG, PR e TO) e quatro no segundo (PA, RR, GO e AL). Somadas, essas unidades da federação abrangem 47% do eleitorado - 64,5 milhões de pessoas. Levando-se em conta que o DEM venceu em outros dois estados (RN e SC), a oposição governará estados onde residem 52% dos eleitores.

Para o líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA), o resultado mostra que a população preza pela diversidade no poder e, por isso, escolheu governadores de oposição. Segundo ele, as urnas derrubaram a tese defendida por petistas de que o Brasil desejava hegemonia.

“Diferentemente do pregado pelo PT e seus aliados, os brasileiros rejeitaram a hegemonia de poder, pois não querem isso com nenhum grupo político e escolheram governantes de diversos partidos. O PSDB elegeu oito governadores, inclusive nos estados mais importantes da nação. A população mostrou que valoriza a pluralidade”, afirmou o líder tucano da tribuna. De acordo com ele, o aspecto lamentável é a prevalência, na esfera federal, da vitória da “mentira”. De acordo com João Almeida, esse foi o artifício que marcou a campanha da presidenta eleita pelo PT, Dilma Rousseff.

No último domingo, o PSDB venceu com Marconi Perillo e Simão Jatene, que voltam a comandar Goiás e Pará, respectivamente. Alagoas e Roraima reelegeram Teotônio Vilela e José de Anchieta Júnior. São Paulo e Minas Gerais, maiores colégios eleitorais do país, já haviam escolhido seus governantes no primeiro turno: Geraldo Alckmin e Antonio Anastasia saíram vitoriosos. O mesmo ocorreu com Tocantins e Paraná, estados onde Siqueira Campos e Beto Richa ganharam em 3 de outubro.

Reconhecimentos nos estados


Para o secretario-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), esse é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido por tucanos nessas unidades da federação. “Cada vez mais as administrações do PSDB têm se destacado. A qualidade das gestões tucanas vem melhorando a vida de toda a população onde governamos”, apontou. “Esses estados podem esperar o comprometimento com o povo, com as boas práticas de gestão, com a transparência nos gastos públicos e com importantes melhorias sociais”, completou.

Nessas eleições de 2010, ficou provado que a trajetória do PSDB nessas unidades da federação tem o reconhecimento da população. Em São Paulo, o partido está à frente do Palácio dos Bandeirantes há 16 anos, sendo cinco deles sob comando do próprio Alckmin, que assumirá o quinto mandato consecutivo do partido. Em Minas, depois de oito anos do governo Aécio Neves, a população elegeu Anastasia, seu vice durante o segundo mandato. Também confirmando o desejo de continuidade, Alagoas e Roraima reelegeram neste segundo turno os seus governadores.

No Pará, a população expressou inconformismo com os quatros anos de governo petista e optou pelo retorno de Simão Jatene. Em Goiás a situação é a mesma. Marconi Perillo comandará o estado pela terceira vez. O atual senador pelo PSDB havia sido governador entre 1999 e 2006. No Tocantins, a boa administração do tucano Siqueira Campos rendeu a ele a possibilidade de governar o estado pela quarta vez. Ele foi, em 1989, o primeiro chefe do estado. Após isso, exerceu ainda mais dois mandatos (1995-1998 e 1999-2003). Já no Paraná, a boa administração de Beto Richa como prefeito de Curitiba rendeu ao tucano a vitória para o governo estadual.

(Reportagem: Djan Moreno/ Fotos: Eduardo Lacerda)

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5 de out. de 2010

Método ilegal

Tucanos cobram investigação ampla sobre quebra de dados sigilosos de integrante do PSDB

Parlamentares tucanos cobraram nesta terça-feira (5) a continuidade das investigações sobre a quebra ilegal de dados sigilosos de integrantes do PSDB e punição para o servidor da Receita Federal acusado de violar os dados fiscais do vice-presidente do partido, Eduardo Jorge. Segundo reportagem do jornal "O Estado de S.Paulo", Gilberto Souza Amarante, funcionário do Fisco em Formiga (MG), quebrou intencionalmente, sem motivação funcional, o sigilo do dirigente tucano.

Para o senador Eduardo Azeredo (MG), essa apuração só confirma o método usado por vários membros do PT de violar sigilos, de espionar e "de fazer um trabalho sujo para tentar prejudicar os adversários".
Segundo o parlamentar, está claro que houve interesse político e o caso ainda precisa chegar aos destinatários finais dos dados de Eduardo Jorge.

Uma testemunha ouvida pela Polícia Federal (PF) disse que a encomenda para a quebra ilegal do sigilo partiu de Brasília. "A investigação tem que mostrar com clareza quem são os responsáveis e não demorar ou ficar sendo adiada. Tem que ficar claro que ele estava usando seu posto para uso partidário", cobrou o tucano.

A apuração da Receita sobre o caso contradiz a versão de Amarante de que abriu os dados de Eduardo Jorge por "confusão". Filiado ao PT desde 2001, o funcionário alegou que buscava um "homônimo" do tucano. Mas de acordo com o relatório, ele abriu informações, inclusive, sobre as empresas de Eduardo Jorge, acessando cerca de 10 páginas cadastrais.

"Disso se conclui inicialmente que Gilberto Souza Amarante realizou pesquisa direcionada ao CPF ou ao nome de Eduardo Jorge Caldas Pereira", afirma a corregedoria da Receita. A partir desse levantamento, o órgão federal pediu a abertura de um processo disciplinar contra o funcionário.


O deputado Rodrigo de Castro (MG) acredita que a violação dos dados aconteceu, pois existe uma visão distorcida do que é o Estado dentro do governo Lula. "Isso só demonstra o reflexo do aparelhamento do PT ao preencher quadros técnicos com filiados e simpatizantes do partido. Também mostra que a qualidade do serviço público brasileiro, inclusive de uma instituição como a Receita Federal, está comprometida pela má gestão petista", afirmou.


(Reportagem: Artur Filho/ Foto: Eduardo Lacerda)

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Liderança nas Alterosas

Deputado federal mais votado em MG pela 2ª vez, Rodrigo de Castro defende reformas

Secretário-geral do PSDB, Rodrigo de Castro (MG) foi pela segunda vez seguida o deputado federal mais votado de Minas Gerais, berço de políticos de destaque no cenário nacional como Tancredo Neves e Juscelino Kubitschek. O tucano, que recebeu 271.306 votos, atribui o feito ao reconhecimento da população ao seu trabalho e à afinidade dele com Aécio Neves e Antonio Anastasia.

“Os mineiros me veem como uma pessoa ligada a esse projeto que vem dando certo em Minas e que é exemplo para todo o Brasil”, afirmou nesta terça-feira (5). Entre 2003 e 2006, durante o primeiro mandato de Aécio no governo mineiro, Rodrigo ocupou a chefia de gabinete da Secretaria de Planejamento e Gestão, onde participou ativamente da elaboração do chamado "choque de gestão", conjunto de ações que recolocou Minas no caminho do desenvolvimento.

O deputado comemorou a ampla vitória e afirmou que continuará a defender no Congresso bandeiras como as reformas política e tributária. “Temos um sistema político falido e que precisa ser revisto. Além disso, o brasileiro paga muitos impostos, o que torna fundamental uma reforma tributária que implique em redistribuição da arrecadação, hoje muito concentrada na União”, explicou o parlamentar, que é administrador de empresas e advogado.

O tucano também defende mais verbas para a área da saúde, que enfrenta problemas graves de Norte a Sul do país. “Considero importante aumentar os recursos do setor sem criar novos impostos ou aumentar os já existentes”, afirmou. Na atual legislatura, o governo Lula tentou, sem sucesso, recriar a CPMF.

Em Minas, além de eleger Rodrigo de Castro como o deputado federal mais bem votado, o PSDB também conseguiu dobrar sua bancada na Câmara, passando dos atuais quatro deputados para oito. A preferência do eleitor mineiro pelos projetos tucanos também foi confirmada com a reeleição do governador Antonio Anastasia com quase 63% dos votos válidos e da escolha popular do ex-governador Aécio Neves para o Senado. Itamar Franco também se elegeu para a segunda vaga no Senado com o apoio do PSDB. (Reportagem: Djan Moreno/ Foto: Paula Sholl)

271.306
eleitores votaram em Rodrigo de Castro, o campeão nas urnas em Minas Gerais.

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6 de mai. de 2010

Fora da lei

Tucanos defendem multa ao PT por propaganda ilegal

Parlamentares do PSDB defenderam, nesta quinta-feira (6), a aplicação de multa ao PT e a cassação dos direitos do partido de transmitir o seu programa partidário semestral, previsto para ir ao ar no próximo dia 13. De acordo com os tucanos, a imagem da pré-candidata Dilma Rousseff voltou a ser promovida fora do prazo permitido por lei. O Ministério Público Eleitoral também entendeu dessa forma e enviou ontem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um parecer favorável em prol da aplicação de multa e também a favor da suspensão do programa da próxima semana.

“Se as punições forem acatadas pelo tribunal será uma grande vitória. É fundamental que a lei seja igual para todo mundo”, defendeu o deputado Edson Aparecido (SP). “Não é possível que uma candidata faça campanha bem antes do prazo enquanto os demais respeitem a lei”, completou. Para Aparecido, o presidente Lula tem feito campanha ilegal para promover sua ministra há mais de um ano.

O secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), endossou as palavras de Aparecido e lamentou o “verdadeiro festival de infrações” que vem cometendo o presidente Lula e o PT.
“É preciso que eles respeitem as leis. O PSDB continuará atento e denunciando toda vez que a legislação for transgredida, como tem sido, reiteradas vezes, pelo governo federal. É uma questão de dar o exemplo, pois as pessoas que ocupam altos cargos na República não podem pensar que estão acima da lei”, afirmou.

O parecer do Ministério Público é baseado na representação movida pelo PSDB e DEM contra o programa exibido pelo PT em dezembro de 2009. Nele, o partido diz que caberá à Dilma implementar programas e ações governamentais do presidente Lula, como o pré-sal e o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC).

Além disso, a sigla divulgou de forma distorcida e falseada que governos do PSDB e o ex-presidente Fernando Henrique governavam somente para a classe mais rica da população. A representação será analisada pelo ministro do TSE Aldir Passarinho.

Promoção pessoal
A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, que assina o parecer enviado ao TSE, observou que no programa do PT, exibido em dezembro, foram destacados programas do governo Lula como o “Minha Casa, Minha Vida” e o PAC, sendo atribuída a Dilma a responsabilidade pela coordenação dos mesmos. Segundo Cureau, isso torna "evidente" a tentativa de promoção pessoal da petista. Ainda de acordo com ela, o programa denegriu a imagem do PSDB.

Multas

→ Os discursos de campanha fora de época já renderam duas multas ao presidente Lula. Em março, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou o presidente a pagar sanções de R$ 5 mil e R$ 10 mil por transformar compromissos de governo em palanque.

(Reportagem: Djan Moreno/ Fotos: Eduardo Lacerda)

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16 de abr. de 2010

Lideranças em BH

Tucanos prestigiam encontros com José Serra em Minas Gerais

Sob a liderança do ex-governador Aécio Neves, o PSDB e partidos aliados em Minas Gerais (DEM, PPS, PTB e PP) promoverão na próxima segunda-feira (19), em Belo Horizonte, eventos com a participação do pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.

São dois encontros que contarão também com a presença de parlamentares tucanos: o primeiro com empresários na Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), às 11h, seguido por um almoço. Esse setor tem peso estratégico na economia do estado, como mostram os números abaixo. Marcado para as 14h30, o segundo ocorrerá no Sesi-Minas e terá a participação de lideranças políticas. De acordo com o PSDB-MG, cerca de 300 prefeitos, deputados federais e estaduais de todo o estado devem comparecer ao evento da tarde.

Para o presidente do PSDB-MG, deputado Narcio Rodrigues (MG), o encontro vai deixar claro o total empenho de Aécio e de Minas em prol da pré-candidatura de Serra, que ainda deverá ter seu nome confirmado na convenção partidária marcada para junho.

Segundo o deputado Paulo Abi-Ackel (MG), as reuniões mostrarão o grande entusiasmo dos mineiros com a pré-candidatura do PSDB. Ao destacar a forte presença de lideranças políticas de todo o estado em BH, o tucano avalia que o nome do partido terá forte apoio em todos os cantos de MG.

Secretário-geral do PSDB, o deputado Rodrigo de Castro (MG) afirma que é grande a expectativa para o encontro. “Há uma grande mobilização das lideranças políticas. Minas saberá escolher aquele que representa o que é melhor para o Brasil e para o estado”, apontou. O deputado Rafael Guerra (MG) também avalia que haverá forte apoio e presença dos aliados no evento.

A força da economia mineira
→ Com uma população de 20 milhões de habitantes, Minas Gerais é hoje a terceira economia do Brasil, com 9,6% de participação no Produto Interno Bruto nacional.

→ Uma economia diversificada marca a realidade mineira. O setor industrial, representado pela FIEMG, tem forte peso no PIB local: 32,1%.

→ MG é responsável por 33% dos produtos fundidos brasileiros, 18% das exportações e 44% do valor da produção mineral do país.

(Reportagem: Letícia Bogéa/ Fotos: Eduardo Lacerda)

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4 de mar. de 2010

Modernidade

Tucanos prestigiam inauguração da cidade administrativa de MG

Integrantes das bancadas do PSDB na Câmara e no Senado compareceram em peso nesta quinta-feira (4) à inauguração da cidade administrativa do governo de Minas Gerais, comandado por Aécio Neves. A nova sede leva o nome de Tancredo Neves, que hoje completaria 100 anos se estivesse vivo. Mais de 16 mil funcionários das secretarias e órgãos estaduais passam a trabalhar no local. Os tucanos destacaram a importância do novo complexo para Minas.

Economia anual de R$ 92 milhões - “Ao inaugurar a cidade administrativa, o governador Aécio deixa marcadas definitivamente características presentes ao longo de sua gestão: modernidade, eficiência, planejamento e economia para o estado”, afirmou o líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida (BA). O tucano prestigiou a cerimônia, que contou ainda com autoridades federais dos três poderes, além de personalidades culturais e políticas, a exemplo do governador de São Paulo, José Serra. Os 147 metros de extensão do vão livre do Palácio Tiradentes ficaram repletos de convidados (veja foto).

Secretário-geral do PSDB, o deputado Rodrigo de Castro (MG) afirmou que a obra é um marco em Minas e vai gerar crescimento do norte da capital mineira e de municípios vizinhos. “A cidade administrativa representa dinamização para a cidade, melhoria dos serviços públicos e gera economia. A nova sede também tem um caráter social, ao beneficiar toda a população daquela região”, disse. Segundo Castro, o empreendimento é o "fechamento do ciclo da gestão Aécio" e "conta com a beleza dos traços de Oscar Niemeyer”.

O presidente do PSDB-MG, deputado Narcio Rodrigues (MG), afirmou que a obra é um “marco histórico” na administração pública do estado. “É uma vitória, um motivo de orgulho para Minas e para nós, tucanos, entregarmos uma obra que vai ter enorme repercussão na vida administrativa do estado”, elogiou. “É o coroamento de um governo que é modelo de gestão eficiente, dinâmica e integrada”, destacou.

Nárcio disse ainda que a obra integra os esforços do governo para impulsionar o desenvolvimento da região norte de BH. “A transferência do centro administrativo faz parte de um conjunto de obras como a revitalização do aeroporto de Confins e a criação da linha verde”, explicou.

A cidade administrativa fica no bairro Serra Verde, na região norte da capital. No local, foram construídos os prédios que vão abrigar secretarias e órgãos públicos, além de um centro de convivência e um auditório. Dois lagos também fazem parte da paisagem. A obra, projetada pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, custou R$ 949 milhões. Não foram usados recursos do tesouro do estado para o projeto. O investimento foi pago pela Codemig, Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais.

A economia que a implantação da cidade administrativa trará aos cofres mineiros atinge R$ 92 milhões anuais, segundo levantamento da Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão. A apuração levou em conta os gastos com aluguéis, telefonia, transporte e deslocamento entre órgãos e secretarias, entre outros custeios do ano de 2008. A partir deste ano, esses recursos passarão a ser destinados à prestação de serviços diretos à população, como saúde, educação e segurança.

Pelo twitter, tucanos que estiveram na capital mineira também exaltaram a inauguração da obra. “É uma belíssima obra que valoriza não só Minas Gerais como o Brasil. Leva o nome de Tancredo Neves. Justa homenagem”, afirmou o senador Flexa Ribeiro (PA). “Bela festa de inauguração da Cidade Administrativa Tancredo Neves. O governador Aécio Neves merece os parabéns”, disse Raquel Teixeira (GO). (Reportagem: Alessandra Galvão/Fotos: imprensa de MG)

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21 de jan. de 2010

Mentiras

PSDB vai à Justiça contra presidentes do PT por calúnia e difamação  


O secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), declarou nesta quinta-feira (21) que o PSDB vai interpelar na justiça comum os dirigentes do PT Ricardo Berzoini e José Eduardo Dutra (o presidente atual e o presidente eleito, respectivamente) por calúnia e difamação.

Para a Executiva Nacional do PSDB, a acusação dos dois petistas contra o presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), que se referiram ao senador como “verdadeiro jagunço da política”, revela grave preconceito contra o povo nordestino. “Ao promoverem o preconceito entre brasileiros, mostram que desconhecem o que é fazer política com independência, integridade e ter ética por convicção”, afirmou, em nota, o secretário do PSDB.

Troca de notas - Em nota, Rodrigo de Castro (foto) afirma que o PSDB continuará agindo de forma tranqüila, equilibrada, “e sem baixarias e preconceitos. E que vai continuar mostrando à opinião pública brasileira o que é democracia, respeito às idéias e, principalmente, o que é verdade e o que é pura propaganda”, afirma.

Na nota dos dois petistas, o governador tucano José Serra é xingado de “hipócrita” pelo fato de ter dito que não iria entrar em bate-boca eleitoral, evitando, dessa forma, responder as declarações da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) de que o PSDB teria intenção de acabar com os programas sociais.

Terrorismo Político - Durante comício na última terça-feira (19) para entrega de barragem na cidade de Jenipapo (MG), região do empobrecido Vale do Jequitinhonha, a candidata do Planalto afirmou àquela população que, se ganhar as eleições, o PSDB acabará com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento, que nos últimos três anos concluiu apenas 33% das obras) e com o Bolsa Família – programa inspirado no Bolsa Alimentação, Vale Gás e Bolsa Escola criados pelo PSDB.

A nota do PSDB condenou a utilização do medo no discurso da candidata e ministra e reafirmou a intenção do PSDB em defender a verdade, as idéias e os fatos de forma democrática, além de condenar o terrorismo político. "É isso o que tem feito o presidente do PSDB; e o melhor, dentro da lei, do respeito ao dinheiro público e com o objetivo de esclarecer o povo brasileiro contra as mentiras com objetivos meramente eleitoreiros”, declarou Rodrigo de Castro. (Da redação do Diário Tucano, Regina Bandeira, com informações da assessoria do PSDB/ Foto: Du Lacerda)

5 de jan. de 2010

Voluntariado

Rodrigo de Castro quer aumentar abrangência do trabalho voluntário

Permitir que trabalhadores voluntários possam trabalhar nas áreas de saúde, saneamento, meio ambiente, ou qualquer outra de relevante interesse social é a intenção do deputado Rodrigo de Castro (MG), autor do projeto que altera a Lei 9.608/98, que limita o voluntariado a prestação de serviços apenas nas áreas de educação, ciências, cultura, civismo, lazer e assistência social.


“O objetivo da minha proposta é ampliar as áreas de atuação do voluntariado para que a melhoria das condições de vida e do bem-estar da população não se limite em áreas ou atividades”, justificou o tucano.

O texto do PL PL 5772/2009 prevê que o prestador do serviço voluntário poderá ser ressarcido pelas despesas que comprovadamente realizar no desempenho das atividades voluntárias - desde que tenham sido expressamente autorizadas pela entidade a que foi prestado o serviço. O projeto também estabelece que o termo de adesão que formalizar o serviço voluntário inclua as responsabilidades das partes (geralmente, poder público e organização não governamental), inclusive perante terceiros.

Trabalho voluntário - O voluntariado é definido como a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou a instituição privada sem fins lucrativos. Ação complementar ao trabalho do Estado, o serviço voluntário deve visar a melhoria das condições de vida e o bem-estar da população e não pode impor qualquer ônus ao público-alvo, de acordo com a proposta.

O PL 5772 tramita de forma conclusiva nas comissões de Seguridade Social e Família; Trabalho, de Administração e Serviço Público; e Constituição e Justiça e de Cidadania. (Reportagem: Djan Moreno com informações da Agência Câmara/ Foto: Du Lacerda)

12 de nov. de 2009

Impedir fiscalização

Mudar atribuições do TCU é armadilha do governo, dizem tucanos

O anteprojeto da nova lei orgânica da Administração Pública Federal em gestação no Ministério do Planejamento é uma armadilha para as instituições de controle e fiscalização constitucionalmente em vigor no país, apontam parlamentares do PSDB. O anteprojeto foi apresentado nesta quarta-feira (11) pelo ministro Paulo Bernardo e uma comissão de juristas encarregada de formular o texto. O documento pode ser enviado para análise do Congresso ainda este ano.

Zelo pelo dinheiro público - O artigo mais polêmico da peça é o 62. O dispositivo proíbe o Tribunal de Contas da União (TCU) de emitir medidas cautelares para suspender licitações ou bloquear repasses para obras sob suspeita de irregularidades. O TCU vem sendo criticado pelo presidente Lula que atribuiu às decisões tomadas pelo órgão a responsabilidade pela paralisação de obras do PAC. Para senadores e deputados tucanos, com a medida o governo ameaça botar em prática o que, por ora, ainda é discurso.

29 de set. de 2009

Relações exteriores

Crise em Honduras coloca Itamaraty em xeque, alertam deputados

Integrantes da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, os deputados Renato Amary (SP) e Rodrigo de Castro (MG) criticaram nesta terça-feira o posicionamento do governo brasileiro na crise em Honduras. Os tucanos afirmaram que o apoio dado pelo Itamaraty ao presidente deposto, Manuel Zelaya, tira o país da condição histórica de mediador e o coloca como defensor de um dos lados, colocando em risco a credibilidade da diplomacia brasileira.

Apoio inoportuno - Rodrigo de Castro lembrou que após conceder abrigo na embaixada, o Brasil declarava apoio a Zelaya, que sempre demonstrou simpatia com esquerdistas como o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, um de seus principais aliados. “Isso mostra mais uma vez o desatino da política externa brasileira. O país abre mão de uma posição conquistada ao longo dos anos e da possibilidade de se tornar um dos grandes líderes globais”, lamentou.

O deputado acredita que o Itamaraty tem cometido uma série de erros, sendo que o maior deles foi o de não se manter neutro diante de uma questão delicada: de um lado, um presidente que pretendia ferir a Constituição e acabou deposto e, do outro, alguém que tomou o poder por meio de um golpe de Estado. “Sempre tivemos uma posição de neutralidade e construímos assim uma história de respeito diplomático. Na atual condição já não podemos atuar como árbitros do conflito e colocamos em risco a credibilidade que sempre tivemos”, afirmou Castro, que é secretário-geral do PSDB.

Já o deputado Renato Amary classificou de "inoportuno" o apoio do presidente Lula a Zelaya. Segundo ele, a ocupação da embaixada pelo ex-presidente, que inclusive tem incitado manifestações populares de dentro da embaixada, só trará reflexos negativos para as relações do Brasil com outras nações. Com temor de que a situação se complique ainda mais, o tucano afirmou que a saída agora é o diálogo em fóruns como a Organização das Nações Unidas, G-8 ou G-20, até porque os dois lados se mostram intransigentes.

O representante dos Estados Unidos na OEA, Lewis Amselem, afirmou ontem que o retorno do presidente deposto à Honduras foi irresponsável. Em aparente referência ao Brasil e a Venezuela, o diplomata disse que “os facilitadores desse retorno têm especial responsabilidade para prevenir a violência e manter o bem estar do povo hondurenho". (Reportagem: Djan Moreno/ Fotos: Eduardo Lacerda e Ag. Câmara)

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Crise em Honduras mancha reputação do Itamaraty de mediar conflitos

18 de ago. de 2009

Seminário em Aracaju

PSDB debate "Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social"

O PSDB dá prosseguimento, no próximo dia 22, em Aracaju (SE), à série de seminários temáticos que está realizando neste ano com o objetivo de analisar ações e fazer sugestões para melhorar diversos programas e projetos em esfera nacional. O encontro ocorrerá no Hotel Parque dos Coqueiros com início previsto para as 9h e encerramento às 14h.

Três painéis - Intitulado "Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social", o evento contará com a presença de três governadores tucanos: José Serra (São Paulo), Aécio Neves (Minas Gerais) e Teotônio Vilela (Alagoas), além do presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), deputados, senadores, prefeitos de capitais e outras lideranças.

Outros dois seminários já foram realizados este ano, sendo o primeiro em João Pessoa, em maio, e em Foz do Iguaçu, em junho. De acordo com Guerra, além dos debates, o objetivo do partido é mobilizar seus militantes em todo o país. A exemplo dos outros dois encontros, o DEM foi convidado para participar do seminário em Aracaju com a participação de prefeitos.

O seminário será composto por três painéis. Sob a coordenação da senadora e 1ª vice-presidente do partido, Marisa Serrano (MS), o primeiro deles será sobre "As Políticas Atuais de Desenvolvimento Urbano no Brasil". Em seguida, com a comando do secretário-geral, deputado Rodrigo de Castro (MG), os prefeitos debatem "Os Desafios das Cidades Brasileiras". O último painel será coordenador por Sérgio Guerra e os governadores tucanos, além dos ex-governadores Albano Franco (SE), atual deputado federal, e João Alves (DEM). O tema é "Desenvolvimento Urbano e Inclusão Social". (Da redação com informações da Agência Tucana)

14 de ago. de 2009

Sucessão presidencial

Tucanos: prévias do partido são exemplo de democracia

Parlamentares do PSDB elogiaram o processo das prévias adotado pelo partido para a escolha do candidato da legenda à Presidência da República em 2010. Os tucanos avaliam que o mecanismo é democrático e aproxima diretórios estaduais e a direção nacional do partido. Nesta semana, entrou no ar no site do PSDB o espaço para a inscrição de filiados interessados em participar do processo. "Participe das Prévias Nacionais" é o convite do partido que está em um banner na parte superior do site.

Valorização dos filiados - O secretário-geral do partido, deputado Rodrigo de Castro (MG), afirmou que as prévias marcam o compromisso da legenda em dialogar com a base, ampliando o processo de democratização. "Escutamos vários estados durante todo o processo e buscamos a solução mais equilibrada possível", explicou o parlamentar, responsável pela elaboração das prévias. Conforme destacou, a inscrição dos interessados via internet é uma ferramenta acessível a todos.

Para o 1º vice-líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), o processo mostra que o partido valoriza a participação dos filiados. “O partido ouve as suas bases na busca de superar obstáculos, fortalecer e revigorar a legenda. A relação do partido com os diretórios se torna mais próxima. Na prática, ocorre um processo de identificação entre as bases e a direção da legenda. O PSDB dá uma boa lição de democracia partidária”, elogiou.

A regulamentação das prévias foi aprovada por unanimidade no último dia 1º de julho. De acordo com as regras, será levado em consideração o peso eleitoral de cada estado para a computação dos votos. Com isso, São Paulo e Minas, 1º e 2º colégio eleitoral do país, respectivamente, terão peso maior.

Leia AQUI a Resolução 026/09, da Executiva Nacional do PSDB, que traz as normas do processo. (documento em PDF)

(Reportagem: Alessandra Galvão com Agência Tucana/ Fotos: Eduardo Lacerda)

3 de ago. de 2009

Gestões diferenciadas

Deputados destacam expansão dos investimentos em SP e MG

Governados respectivamente pelo tucanos José Serra e Aécio Neves, os estados de São Paulo e Minas Gerais estão entre os que tiveram maior avanço nos investimentos entre 2003 e 2008, segundo levantamento do economista Raul Velloso. Em SP, o aumento real foi de 214,4%, saltando de R$ 19,3 bilhões para R$ 38,1 bilhões. Em MG, o incremento chegou a 284,4%, saindo de R$ 3,8 bilhões para R$ 11,8 bilhões no mesmo período. Os dados são da Secretaria do Tesouro Nacional.

Ajuste administrativo - Para o secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), os números são resultado de um controle exercido pelas gestões tucanas, que contiveram as despesas correntes e procuraram aumentar suas receitas de forma efetiva. “Historicamente os estados têm feito um esforço fiscal muito maior do que o governo federal. O inédito agora é que esse esforço fiscal ocorre junto com um ajuste administrativo, o que tem trazidos muitos benefícios para estados como Minas”, destacou nesta segunda-feira.

Por outro lado, o tucano lamenta que a "gastança generalizada" impeça o governo Lula de alcançar melhores resultados nessa área. "Já os estados têm conseguido manter um padrão de investimento razoável, que só é possível com o controle das despesas correntes e de pessoal. Ainda assim precisamos rever o pacto federativo, já que a União fica com a maior parte das verbas, deixando estados e municípios em dificuldade”, alertou Castro.

Para o deputado Fernando Chucre (SP), todos os entes de federação deveriam atuar para alcançar resultados positivos como os obtidos por SP e MG. "Enquanto os estados crescem, o governo federal esbarra na falta de investimento em infraestrutura e no crescimento da folha de pessoal. Somente em 2008, foram criados 88 mil cargos comissionados. Isso mostra porque a gestão federal fica pra trás”, avaliou.

Em seu estudo, Raul Velloso frisou que a ampliação de receitas tornou a possível a retomada do endividamento. Em São Paulo, por exemplo, foi fechado em junho último acordo com o Ministério da Fazenda permitindo que o estado contraísse mais R$ 1,39 bilhão em financiamentos nacionais e internacionais a serem aplicados no metrô, em empreendimentos culturais e de lazer e na remodelação de pontes urbanas. (Rafael Secunho/ Fotos: Eduardo Lacerda e Ag. Câmara)

7 de jul. de 2009

Congresso homenageia os 15 anos do Plano Real

O Congresso Nacional realiza hoje, a partir das 10h, sessão solene em homenagem aos 15 anos do Plano Real. No evento, que ocorre no plenário do Senado Federal, estarão presentes o presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, além de ex-ministros do governo FHC – entre eles, Gustavo Franco (Banco Central) e Rubens Ricupero (Fazenda), personagens importantes na elaboração e na manutenção do plano que conferiu estabilidade econômica ao país.

HIPERINFLAÇÃO DERROTADA

Também confirmaram presença os governadores Aécio Neves (Minas Gerais), Yeda Crusius (Rio Grande do Sul) e José de Anchieta Jr. (Roraima). Estarão presentes ainda os líderes do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), e na Câmara dos Deputados, José Aníbal (SP), além do secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), e prefeitos e lideranças nacionais e estaduais do partido.

O Plano Real foi implementado em 1994 durante o governo de Itamar Franco. Na época, Fernando Henrique Cardoso, que era ministro da Fazenda, reuniu um grupo de especialistas e colaboradores – formado por nomes como Pérsio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha e Winston Fritsch – para idealizarem um conjunto de ações capazes de dar novo rumo à economia do Brasil.

O desafio era imenso: debelar uma hiperinflação que vinha há décadas corroendo o salário do trabalhador brasileiro e a brutal desvalorização da moeda nacional. Em vigor desde 1º de julho de 1994, o Plano Real revelou-se o plano de estabilização econômica mais eficaz da história.

Em 1989, por exemplo, a inflação média do ano chegou a 4 mil por cento ao ano. No mês em que foi aprovado – junho – a inflação estava na casa dos 47% mensais. Desde a sua adoção, a média mensal de inflação despencou. Em 2001, a média ficou em 0,6% ao mês. O plano também permitiu a redução da pobreza no país. Entre 1990 e 1994 havia 65 milhões de brasileiros na linha de pobreza. Apenas cinco anos depois de implementado, esse número havia caído para 55 milhões. Para mais informações, leia as edições especiais do Diário Tucano de 30 de junho e 1º de julho, que trouxeram matérias sobre o Plano Real. Ambas estão disponíveis no site do PSDB no formato PDF. (RB)