Sobrou para o cidadão pagar o prejuízo milionário com o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), remarcado para o próximo fim de semana após vazamento das provas em outubro. O alerta foi feito nesta quinta-feira (3) pelos deputados Raimundo Gomes de Matos (CE) e Professor Ruy Pauletti (RS). Com a vazamento, o Ministério da Educação teve que cancelar o contrato com o consórcio anterior e buscar outro operador para elaboração da nova prova, prejudicando 4 milhões de estudantes.Falta de planejamento - Os números envolvendo a preparação do exame revelam o tamanho do rombo. A primeira licitação havia sido fechada em R$ 116 milhões, sendo que somente a impressão da primeira prova custou cerca de R$ 30 milhões. Com a contratação de outra operadora, as despesas com o novo exame já superam a cifra dos R$ 130 milhões. Além disso, o governo fez uma propaganda no valor de R$ 300 mil para tentar recuperar a imagem do Enem, abalada depois do vazamento.













