Os deputados Gustavo Fruet (PR) e Luiz Carlos Hauly (PR) criticaram nesta segunda-feira (14) a falta de investimentos do governo federal no setor elétrico, o que resultou no aumento de apagões por todo o país em 2009. Para os tucanos, como o volume de recursos aplicados na manutenção e operação da rede é baixo, o consumidor acaba sofrendo com a falta de energia.
Segundo reportagem do "O Estado de São Paulo", com o aumento do número de apagões no último ano, a qualidade da energia elétrica entregue aos brasileiros piorou. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que, pela primeira vez desde a privatização, o número de horas que os consumidores ficaram sem luz superou o limite anual estabelecido. O tempo médio subiu de 16,63 para 18,70 horas.
Na avaliação de Fruet, os apagões demonstram além do baixo investimento, o péssimo modelo de gestão do governo atual. “Com isso, o setor ficou vulnerável. Os dados comprovam”, lamentou. O tucano citou, ainda, estudos enviados para a Aneel e para o Ministério de Minas e Energia alertando que a queda nos investimentos resultaria em problemas no sistema, como os ocorridos ano passado e este ano.
Já Hauly avalia que o caos do setor elétrico é um recorte da realidade enfrentada por diversos setores do país. “Não há gerenciamento, execução e nem investimento. É um final melancólico de um governo propagandista que vive de ilusão e ilude o povo brasileiro”, condenou. O tucano lembrou que durante boa parte do governo Lula, a ex-ministra Dilma Rousseff gerenciava o setor elétrico. Por isso, segundo Hauly, ela também é responsável pelo apagão.A frase
"Em 2009 houve apagão em 18 estados e não se tratou de falta de chuva e queda nos reservatórios e sim de falta de investimentos que impediram atender a demanda".
Deputado Gustavo Fruet (PR)
→ Segundo dados do Grupo de Estudo do Setor Elétrico da UFRJ, o volume de investimentos no setor foi elevado, mas não o suficiente para atender o crescimento do mercado.
(Reportagem: Letícia Bogéa/ Fotos: Eduardo Lacerda)
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Segundo Itagiba, o grupo pretendia promover também investigações contra ele. “Lamento o tom jocoso dessa questão. Esse tom não cabe no PT que assumiu a defesa daqueles aloprados que se reuniram para fazer uma atividade de espionagem, uma atividade criminosa”, protestou.














