@SenadorArthur Lamentável a agressão de miliantes do PT à equipe do programa televisivo CQC. Esse caminho é o da venezuelização, e ñ da democracia.
O líder do PSDB no Senado se refere ao ocorrido na noite desta segunda-feira com o repórter Danilo Gentili, agredido durante evento com participação da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, em Santo André, no ABC paulista.
@thelmadoliveira Temos que manter os ideais de Dante de Oliveira vivos! Vamos defender a democracia e as ações sociais para o desenvolvimento do Mato Grosso. E outros tantos programas que Dante implementou no Estado e em seus municípios.
Nesta terça-feira (6), a morte do ex-governador Dante de Oliveira completa quatro anos. Também no Twitter, Thelma convida para missas em memória de Dante, como a que ocorrerá às 18h30 na catedral de Cuiabá. O ex-governador de Mato Grosso foi marido da deputada.
@andreia_zito O Portal Kids está de parabéns pelas ações que visam solucionar um problema que assola muitas famílias, o desaparecimento de crianças.
A deputada é relatora da CPI do Desaparecimento de Crianças e Adolescentes, em andamento na Câmara. Um dos objetivos do site citado pela tucana (www.portalkids.com.br) é esclarecer e combater os casos de sumiços de crianças e jovens no Brasil.
@jose_anibal O PAC é uma boa obra de propaganda, medíocre em resultados e frustrante nos investimentos que o Brasil precisa.
Como mostra reportagem do "Diário Tucano" reproduzida no site do deputado (www.joseanibal.com.br), o percentual de execução financeira das obras do PAC do Orçamento da União de 2010, segundo levantamento da assessoria técnica do PSDB com base em dados do Siafi, é de apenas 8,1%.
@rogeriosmarinho A divulgação do Ideb pelo INEP mostra a fragilidade da educação no país e, especialmente, no RN. 8 secretarios em 8 anos não é boa receita.
Um dos principais interessados na Câmara em assuntos ligados à educação, o tucano chama a atenção para os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Apesar de registrar alguns avanços, o indicador mostrou que o país tem enormes desafios nessa área. No Ensino Médio, por exemplo, o RN registrou nota 3,1 em 2009, enquanto a meta para 2021 é 4,7. No Brasil, essa nota foi 3,6.
6 de jul. de 2010
Direto do Twitter
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Reprodução autorizada das matérias desde que citada a fonte (Diário Tucano)
Funcionalismo
Deputados condenam criação de 37 mil cargos só no primeiro semestre
Deputados do PSDB criticaram o descontrole do governo Lula na criação de novos cargos e funções comissionadas. Só no primeiro semestre deste ano foi sancionada a criação de mais de 37 mil novas vagas, que vão gerar um impacto de R$ 1,94 bilhão por ano quando forem ocupadas. Os cargos comissionados ou de livre provimento são geralmente preenchidos por indicação política.
Segundo levantamento realizado pelo deputado Arnaldo Madeira (SP), publicado nesta terça-feira (6) no jornal "O Globo", desde 2003 o governo do PT criou 265,2 mil cargos. A despesa total com a folha de pessoal da União foi de R$ 167,1 bilhões em 2009. De acordo com os dados reunidos pelo gabinete do deputado tucano, já foram gastos no primeiro semestre R$ 69,1 bilhões com pessoal. Em 2009, no mesmo período, o governo despendeu R$ 64 bilhões.
Para o deputado Antonio Carlos Pannunzio (SP), a gestão do PT tem privilegiado o aparelhamento do Estado. Segundo o tucano, a criação de cargos públicos para serem preenchidos sem a realização de concurso viraram marca de governo.
“O governo cria cargos para o aparelhamento da máquina pública e nisso tem sido muito competente. Esse aparelhamento nada produz para a sociedade. Quem ocupa essas vagas não presta um miligrama de serviço a mais para o cidadão brasileiro. No entanto, gera custos terríveis para a sociedade, que banca tudo com os impostos que paga”, criticou o parlamentar.
Pannunzio afirmou que em pouco tempo o próprio governo não terá condições de bancar tantas despesas com novos funcionários e acabará gerando desequilíbrio nas contas públicas. “Caminhamos para uma situação de risco em relação ao equilíbrio fiscal. Uma prova disso é que o superávit primário está ficando bastante abaixo daquilo que foi programado. O governo começa a nem ter condições de fazer frente a suas despesas correntes”, alertou. (Reportagem: Djan Moreno/ Fotos: Eduardo Lacerda)
Ouça o boletim de rádio aqui
Deputados do PSDB criticaram o descontrole do governo Lula na criação de novos cargos e funções comissionadas. Só no primeiro semestre deste ano foi sancionada a criação de mais de 37 mil novas vagas, que vão gerar um impacto de R$ 1,94 bilhão por ano quando forem ocupadas. Os cargos comissionados ou de livre provimento são geralmente preenchidos por indicação política.
Segundo levantamento realizado pelo deputado Arnaldo Madeira (SP), publicado nesta terça-feira (6) no jornal "O Globo", desde 2003 o governo do PT criou 265,2 mil cargos. A despesa total com a folha de pessoal da União foi de R$ 167,1 bilhões em 2009. De acordo com os dados reunidos pelo gabinete do deputado tucano, já foram gastos no primeiro semestre R$ 69,1 bilhões com pessoal. Em 2009, no mesmo período, o governo despendeu R$ 64 bilhões.
Para o deputado Antonio Carlos Pannunzio (SP), a gestão do PT tem privilegiado o aparelhamento do Estado. Segundo o tucano, a criação de cargos públicos para serem preenchidos sem a realização de concurso viraram marca de governo.“O governo cria cargos para o aparelhamento da máquina pública e nisso tem sido muito competente. Esse aparelhamento nada produz para a sociedade. Quem ocupa essas vagas não presta um miligrama de serviço a mais para o cidadão brasileiro. No entanto, gera custos terríveis para a sociedade, que banca tudo com os impostos que paga”, criticou o parlamentar.
Pannunzio afirmou que em pouco tempo o próprio governo não terá condições de bancar tantas despesas com novos funcionários e acabará gerando desequilíbrio nas contas públicas. “Caminhamos para uma situação de risco em relação ao equilíbrio fiscal. Uma prova disso é que o superávit primário está ficando bastante abaixo daquilo que foi programado. O governo começa a nem ter condições de fazer frente a suas despesas correntes”, alertou. (Reportagem: Djan Moreno/ Fotos: Eduardo Lacerda)
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5 de jul. de 2010
Educação
Ensino público em São Paulo e Minas Gerais é destaque em avaliação do MEC
Os deputados Lobbe Neto (SP) e Rafael Guerra (MG) comemoraram nesta segunda-feira (5) a boa colocação das escolas da rede pública dos seus estados, segundo os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O levantamento realizado pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que dos 100 municípios mais bem colocados no Ideb, 80 estão em São Paulo e em Minas Gerais, estados governados pelo PSDB.
A avaliação positiva, segundo os deputados tucanos, é resultado da prioridade criada para a educação pública nos dois governos estaduais.
Lobbe lembrou que muitas escolas no estado de São Paulo ficam na frente de escolas particulares, segundo o MEC. Para o deputado, o índice positivo é resultado de uma política de capacitação e valorização dos professores e de formação dos estudantes. “Isso é fruto de um trabalho de todos os professores, diretores e do estado de São Paulo. A saída para o país é o investimento maciço na educação”, afirmou o tucano.
Pela lista divulgada pelo MEC, o município com a melhor quarta série é Cajuru, cidade a 360 km da capital paulista e com pouco mais de 24 mil habitantes. No quinto ano do fundamental, em Minas Gerais, o destaque é para a cidade de Formiga, a 195 km de Belo Horizonte, com 67 mil moradores.
O secretário estadual de Educação de São Paulo, Paulo Renato Souza, também resaltou que o estado tem a maior cobertura de ensino médio do país. A taxa líquida de escolaridade, percentual da população estudando no nível de escolaridade de sua idade, chega a 70%, enquanto a dos demais estados é de menos de 60%.
Apesar dos avanços nos dois estados, os dados do Ideb mostram que o aluno que termina o ensino fundamental em uma escola particular sabe mais do que o formando do ensino médio da rede pública que tem três anos a mais de estudo. O Ideb reúne num único índice, numa escala que vai de zero a 10, taxas de aprovação de alunos e médias em testes de português e de matemática.
(Reportagem: Arthur Filho/Fotos: Eduardo Lacerda)
Os deputados Lobbe Neto (SP) e Rafael Guerra (MG) comemoraram nesta segunda-feira (5) a boa colocação das escolas da rede pública dos seus estados, segundo os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O levantamento realizado pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que dos 100 municípios mais bem colocados no Ideb, 80 estão em São Paulo e em Minas Gerais, estados governados pelo PSDB.
A avaliação positiva, segundo os deputados tucanos, é resultado da prioridade criada para a educação pública nos dois governos estaduais.
“O resultado foi conseguido com prioridade política para a educação. E a educação depende fundamentalmente de recursos humanos bem formados, reciclados, trabalhando em boas condições. Condições materiais são importantes, mas sem dúvida, investimento em recursos humanos na educação é fundamental”, ressalta Guerra.
Lobbe lembrou que muitas escolas no estado de São Paulo ficam na frente de escolas particulares, segundo o MEC. Para o deputado, o índice positivo é resultado de uma política de capacitação e valorização dos professores e de formação dos estudantes. “Isso é fruto de um trabalho de todos os professores, diretores e do estado de São Paulo. A saída para o país é o investimento maciço na educação”, afirmou o tucano.Pela lista divulgada pelo MEC, o município com a melhor quarta série é Cajuru, cidade a 360 km da capital paulista e com pouco mais de 24 mil habitantes. No quinto ano do fundamental, em Minas Gerais, o destaque é para a cidade de Formiga, a 195 km de Belo Horizonte, com 67 mil moradores.
O secretário estadual de Educação de São Paulo, Paulo Renato Souza, também resaltou que o estado tem a maior cobertura de ensino médio do país. A taxa líquida de escolaridade, percentual da população estudando no nível de escolaridade de sua idade, chega a 70%, enquanto a dos demais estados é de menos de 60%.
Apesar dos avanços nos dois estados, os dados do Ideb mostram que o aluno que termina o ensino fundamental em uma escola particular sabe mais do que o formando do ensino médio da rede pública que tem três anos a mais de estudo. O Ideb reúne num único índice, numa escala que vai de zero a 10, taxas de aprovação de alunos e médias em testes de português e de matemática.
(Reportagem: Arthur Filho/Fotos: Eduardo Lacerda)
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Lentidão
Tucanos condenam falta de investimentos em infraestrutura no PAC
Os deputados Leonardo Vilela (GO) e José Aníbal (SP) voltaram a criticar os resultados pífios do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Editorial do jornal “Valor Econômico” desta segunda-feira (5) mostra que o investimento público cresce pouco, apesar do PAC. Segundo a análise, nos dois mandatos do governo Lula os investimentos, mesmo com o lançamento do badalado programa, pouco avançaram. O percentual de execução financeira das obras do PAC do Orçamento da União de 2010, segundo levantamento da assessoria técnica do PSDB com base em dados do Siafi é de apenas 8,1%.
Vilela considera que a ausência de investimentos e a incompetência na gestão do PAC impedem o crescimento do país. “O grande entrave para o Brasil crescer com mais rigor, gerar empregos e aumentar a renda das pessoas é a falta de investimentos em infraestrutura. O PAC tem problemas seríssimos de gestão. Grandes investimentos não foram feitos e recursos que existem estão sendo mal aplicados”, reprovou o tucano.
“O Brasil precisa de investimentos públicos. Essa é uma grande carência do país. O PAC é uma boa obra de propaganda, medíocre em resultados e frustrante nos investimentos que o Brasil precisa”, acrescentou o deputado José Aníbal (SP).
Segundo o editorial do Valor, com o lançamento do PAC, em 2007, o governo federal recolocou o tema do investimento na agenda, mas as despesas com a folha de pessoal nos anos recentes revela que, na prática, as prioridades de gastos foram outras. "O governo perdeu uma oportunidade extraordinária de conter essas despesas e aumentar outras, mais importantes e urgentes, como os investimentos em infraestrutura".
De acordo com o jornal, a carga tributária brasileira já está no limite do tolerável pela sociedade e o terreno para elevar os investimentos em infraestrutura é praticamente inexistente. Para Leonardo Vilela, os altos impostos são um entrave ao desenvolvimento e ao crescimento econômico. “O governo gasta muito, gasta mal e deixa de investir no essencial, que é a infraestrutura, enquanto cobra impostos abusivos dos empresários e da sociedade brasileira”, analisou o deputado.
O número
8,1%
É o percentual de execução financeira das obras do PAC no Orçamento da União de 2010. De acordo com levantamento da assessoria técnica do PSDB, com base em dados do Siafi, dos R$ 28,6 bilhões previstos para este ano, foram pagos até o último dia 1º de julho apenas R$ 2,3 bilhões.
→ Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), os investimentos não avançaram na gestão petista. No ano passado, o atual governo gastou 1% do PIB em obras de infraestrutura e em outros investimentos.
(Reportagem: Alessandra Galvão/Foto: Eduardo Lacerda)
Os deputados Leonardo Vilela (GO) e José Aníbal (SP) voltaram a criticar os resultados pífios do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Editorial do jornal “Valor Econômico” desta segunda-feira (5) mostra que o investimento público cresce pouco, apesar do PAC. Segundo a análise, nos dois mandatos do governo Lula os investimentos, mesmo com o lançamento do badalado programa, pouco avançaram. O percentual de execução financeira das obras do PAC do Orçamento da União de 2010, segundo levantamento da assessoria técnica do PSDB com base em dados do Siafi é de apenas 8,1%.
Vilela considera que a ausência de investimentos e a incompetência na gestão do PAC impedem o crescimento do país. “O grande entrave para o Brasil crescer com mais rigor, gerar empregos e aumentar a renda das pessoas é a falta de investimentos em infraestrutura. O PAC tem problemas seríssimos de gestão. Grandes investimentos não foram feitos e recursos que existem estão sendo mal aplicados”, reprovou o tucano.
“O Brasil precisa de investimentos públicos. Essa é uma grande carência do país. O PAC é uma boa obra de propaganda, medíocre em resultados e frustrante nos investimentos que o Brasil precisa”, acrescentou o deputado José Aníbal (SP).Segundo o editorial do Valor, com o lançamento do PAC, em 2007, o governo federal recolocou o tema do investimento na agenda, mas as despesas com a folha de pessoal nos anos recentes revela que, na prática, as prioridades de gastos foram outras. "O governo perdeu uma oportunidade extraordinária de conter essas despesas e aumentar outras, mais importantes e urgentes, como os investimentos em infraestrutura".
De acordo com o jornal, a carga tributária brasileira já está no limite do tolerável pela sociedade e o terreno para elevar os investimentos em infraestrutura é praticamente inexistente. Para Leonardo Vilela, os altos impostos são um entrave ao desenvolvimento e ao crescimento econômico. “O governo gasta muito, gasta mal e deixa de investir no essencial, que é a infraestrutura, enquanto cobra impostos abusivos dos empresários e da sociedade brasileira”, analisou o deputado.
O número
8,1%
É o percentual de execução financeira das obras do PAC no Orçamento da União de 2010. De acordo com levantamento da assessoria técnica do PSDB, com base em dados do Siafi, dos R$ 28,6 bilhões previstos para este ano, foram pagos até o último dia 1º de julho apenas R$ 2,3 bilhões.
→ Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), os investimentos não avançaram na gestão petista. No ano passado, o atual governo gastou 1% do PIB em obras de infraestrutura e em outros investimentos.
(Reportagem: Alessandra Galvão/Foto: Eduardo Lacerda)
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Eleições 2010
Dos 73 parlamentares do PSDB, 53 tentarão se reeleger em outubro
Dos 73 parlamentares em exercício do mandato pelo PSDB - 59 deputados federais e 14 senadores - 53 concorrerão à reeleição. É o que mostra levantamento feito pelo Diário Tucano nesta segunda-feira (5) nos gabinetes dos tucanos. Esse é o caso, por exemplo, dos líderes da legenda nas duas Casas - João Almeida (BA) e Arthur Virgílio (AM). Ao todo, 48 deputados e cinco senadores buscarão renovar os mandatos em outubro.
Dos 73 parlamentares em exercício do mandato pelo PSDB - 59 deputados federais e 14 senadores - 53 concorrerão à reeleição. É o que mostra levantamento feito pelo Diário Tucano nesta segunda-feira (5) nos gabinetes dos tucanos. Esse é o caso, por exemplo, dos líderes da legenda nas duas Casas - João Almeida (BA) e Arthur Virgílio (AM). Ao todo, 48 deputados e cinco senadores buscarão renovar os mandatos em outubro.
Outros dois tentarão governar seus estados: o senador Marconi Perillo (GO) tenta voltar ao comando do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, enquanto o deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas (ES), ex-prefeito de Vitória, almeja o Palácio Anchieta. Já o senador Flávio Arns (PR) e o deputado Rômulo Gouveia (PB) são candidatos a vice-governadores nas chapas de Beto Richa (PSDB) e Ricardo Coutinho (PSB), respectivamente.Há, ainda, os que tentarão sair da Câmara para exercer mandato no Senado, e vice-versa. É o caso dos deputados Albano Franco (SE), Gustavo Fruet (PR), Paulo Bauer (SC), Rita Camata (ES) e Roberto Rocha (MA). Por outro lado, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), e o senador Eduardo Azeredo (MG) disputarão uma vaga na Câmara.
Enquanto o deputado Freire Junior (TO) é o único a pleitear uma vaga em uma Assembleia Legislativa, outros tucanos não participarão das eleições ou porque têm mandato até 2015 - caso de senadores eleitos em 2006 - ou por opção pessoal.
De acordo com o calendário estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, hoje é o último dia para os partidos e coligações apresentarem ao TSE o pedido de registro de seus candidatos. A partir desta terça-feira (6), fica permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet. Veja abaixo a lista completa:
De acordo com o calendário estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, hoje é o último dia para os partidos e coligações apresentarem ao TSE o pedido de registro de seus candidatos. A partir desta terça-feira (6), fica permitida a propaganda eleitoral, inclusive na internet. Veja abaixo a lista completa:
Deputados
| Parlamentar | Destino político |
| Affonso Camargo (PR) | Reeleição |
| Albano Franco (SE) | Senado Federal |
| Alfredo Kaefer (PR) | Reeleição |
| Andreia Zito (RJ) | Reeleição |
| Antonio Carlos M. Thame (SP) | Reeleição |
| Antonio Carlos Pannunzio (SP) | Reeleição |
| Arnaldo Madeira (SP) | Reeleição |
| Bonifácio de Andrada (MG) | Reeleição |
| Bruno Araújo (PE) | Reeleição |
| Bruno Rodrigues (PE) | Reeleição |
| Carlos Alberto Leréia (GO) | Reeleição |
| Carlos Brandão (MA) | Reeleição |
| Carlos Sampaio (SP) | Reeleição |
| Cláudio Diaz (RS) | Reeleição |
| Duarte Nogueira (SP) | Reeleição |
| Edson Aparecido (SP) | Reeleição |
| Eduardo Barbosa (MG) | Reeleição |
| Eduardo Gomes (TO) | Reeleição |
| Emanuel Fernandes (SP) | Reeleição |
| Fernando Chucre (SP) | Reeleição |
| Freire Júnior (TO) | Deputado estadual |
| Gervásio Silva (SC) | Reeleição |
| Gustavo Fruet (PR) | Senado Federal |
| João Almeida (BA) | Reeleição |
| João Campos (GO) | Reeleição |
| José Aníbal (SP) | Reeleição |
| Júlio Semeghini (SP) | Reeleição |
| Jutahy Junior (BA) | Reeleição |
| Leonardo Vilela (GO) | Reeleição |
| Lobbe Neto (SP) | Reeleição |
| Luiz Carlos Hauly (PR) | Reeleição |
| Luiz Paulo V. Lucas (ES) | Governo do Espírito Santo |
| Manoel Salviano (CE) | Reeleição |
| Marcelo Itagiba (RJ) | Reeleição |
| Narcio Rodrigues (MG) | Reeleição |
| Nilson Pinto (PA) | Reeleição |
| Otavio Leite (RJ) | Reeleição |
| Paulo Abi-Ackel (MG) | Reeleição |
| Paulo Bauer (SC) | Senado Federal |
| Pinto Itamaraty (MA) | Reeleição |
| Professor Ruy Pauletti (RS) | Reeleição |
| Prof. Raquel Teixeira (GO) | Não é candidata |
| Rafael Guerra (MG) | Não é candidato |
| Raimundo G. de Matos (CE) | Reeleição |
| Renato Amary (SP) | Reeleição |
| Ricardo Tripoli (SP) | Reeleição |
| Rita Camata (ES) | Senado Federal |
| Roberto Rocha (MA) | Senado Federal |
| Rogério Marinho (RN) | Reeleição |
| Rômulo Gouveia (PB) | Vice-governador da Paraíba |
| Rodrigo de Castro (MG) | Reeleição |
| Silvio Lopes (RJ) | Não é candidato |
| Silvio Torres (SP) | Reeleição |
| Thelma de Oliveira (MT) | Reeleição |
| Urzeni Rocha (RR) | Reeleição |
| Vanderlei Macris (SP) | Reeleição |
| Walter Feldman (SP) | Reeleição |
| Wandenkolk Gonçalves (PA) | Reeleição |
| Zenaldo Coutinho (PA) | Reeleição |
Senadores
| Parlamentar | Destino político |
| Alvaro Dias (PR) | Mandato até 2015 |
| Arthur Virgílio (AM) | Reeleição |
| Cícero Lucena (PB) | Mandato até 2015 |
| Eduardo Azeredo (MG) | Deputado federal |
| Flávio Arns (PR) | Vice-governador do Paraná |
| Flexa Ribeiro (PA) | Reeleição |
| João Tenório (AL) | Não é candidato |
| Lúcia Vânia (GO) | Reeleição |
| Marconi Perillo (GO) | Governo de Goiás |
| Mário Couto (PA) | Mandato até 2015 |
| Marisa Serrano (MS) | Mandato até 2015 |
| Papaléo Paes (AP) | Reeleição |
| Sérgio Guerra (PE) | Deputado federal |
| Tasso Jereissati (CE) | Reeleição |
(Reportagem: Djan Moreno e Marcos Côrtes/Foto: TSE-Divulgação)
Reprodução autorizada das matérias desde que citada a fonte (Diário Tucano)
Direto do plenário
Senador Papaléo Paes (AP) ao se referir aos dados constantes do Informe Epidemiológico da Dengue relativo ao primeiro trimestre de 2010, de responsabilidade da Secretaria de Vigilância Sanitária e Saúde. Segundo o levantamento, foram registrados 447.769 casos da doença nesse período.
“Além de sua inestimável colaboração no Paraná, como professor, na formação de novas gerações de economistas, Borja Magalhães deu também importante contribuição ao desenvolvimento do estado, notadamente na área de Planejamento. Já Said Ferreira, foi um grande Prefeito de Maringá, certamente, um dos melhores que já passaram por aquela cidade. Ele deixa a lembrança de suas obras que marcaram sua trajetória na vida pública da sua cidade e do seu estado."
Senador Alvaro Dias (PR), ao homenagear o ex-secretario de Planejamento do Paraná Borja Magalhães e o ex-prefeito de Maringá, Said Ferreira. Ambos faleceram no último dia 30 de junho e 4 de julho, respectivamente.
“Espero que esta sessão tenha contribuído para o conhecimento do que é a Ordem DeMolay e para que a sociedade possa ter a verdadeira dimensão do trabalho e da contribuição que esses jovens prestam contra as desigualdades sociais e a favor da educação e das políticas contra às drogas. A Ordem DeMolay acompanha os jovens, auxiliando-os a escolher com liberdade e maturidade o rumo de suas vidas e oferecendo-lhes o auxílio necessáro para abrirem o coração à cidadania consciente, aos serviços comunitários e ao desenvolvimento do caráter.”Deputado Rômulo Gouveia (PB), durante sessão solene em homenagem ao Supremo Conselho da Ordem DeMolay e seus 30 anos de atividades no Brasil. Patrocinada pela Maçonaria, a instituição defende princípios filosóficos a jovens do sexo masculino de 12 aos 21 anos.
(Reportagem: Djan Moreno/Foto: Eduardo Lacerda)
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Reprodução autorizada das matérias desde que citada a fonte (Diário Tucano)
Dois anos de vigência
Aníbal faz balanço positivo da Lei Seca, mas defende regras ainda mais rigorosas
Nos últimos dois anos, o combate à perigosa combinação álcool-direção foi reforçado no Brasil graças à adoção da Lei Seca. Nesta edição do "Conexão Tucana", o deputado José Aníbal (SP) destaca a importância dessa legislação, mas acredita que as regras precisam ser ainda mais rigorosas para poupar vidas, sofrimentos e gastos públicos.
O parlamentar é autor de projeto que fortalece a Lei Seca ao prever que o motorista, ao recusar fazer o teste do bafômetro, assume a presunção de que tem concentração de álcool no sangue acima dos limites tolerados. Isso permitirá a abertura de processo contra esse cidadão que, supostamente, está colocando vidas em risco.
Os resultados proporcionados pelas regras em vigor são inegáveis. O número de internações hospitalares provocadas por acidentes no trânsito caiu quase 30%, enquanto as mortes registradas no ano passado, em comparação com 2008, reduziu 13,5%. Ou seja, 900 pessoas foram poupadas a cada cinco dias.
Além disso, houve uma economia com os gastos hospitalares de R$ 23 milhões, com queda significativa das internações em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal. Amazonas e Mato Grosso do Sul foram as unidades da federação que registraram elevação no número de internações provocadas por acidentes de carro.
Diante de todos esses indicadores, Aníbal é taxativo: a Lei Seca é de extrema importância e não pode, em hipótese, sofrer qualquer alteração visando afrouxar as regras. "A lei veio para preservar e respeitar a vida, o mais precioso dos bens", reforçou.
O tucano lamenta que a Câmara ainda não tenha votado o seu projeto de lei e critica o governo por não fazer uma campanha educativa para conscientizar ainda mais a população de que direção e bebida não combinam. De acordo com o deputado, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) poderia usar 5% do valor arrecadado com as multas para produzir essas campanhas.
"Não o faz por incompetência, pois há dinheiro", reprovou.
Vida, o bem mais precioso
"A Lei Seca veio para preservar e respeitar a vida, o mais precioso dos bens."
Dep. José Aníbal (SP)
Acidentes no trânsito matam milhares
→ 50% dos acidentes com carros são provocados por quem bebeu.
→ Mais de um milhão de pessoas morrem nas ruas e estradas do mundo a cada ano.
→ Dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego mostram que o dinheiro gasto com a violência no trânsito, de setembro de 2009 a março de 2010, daria para construir 99 quilômetros de metrô, 412 mil casas populares e ter comprado 60 milhões de cestas básicas.
(Reportagem: Arthur Filho/Foto: Eduardo Lacerda)
Nos últimos dois anos, o combate à perigosa combinação álcool-direção foi reforçado no Brasil graças à adoção da Lei Seca. Nesta edição do "Conexão Tucana", o deputado José Aníbal (SP) destaca a importância dessa legislação, mas acredita que as regras precisam ser ainda mais rigorosas para poupar vidas, sofrimentos e gastos públicos.
O parlamentar é autor de projeto que fortalece a Lei Seca ao prever que o motorista, ao recusar fazer o teste do bafômetro, assume a presunção de que tem concentração de álcool no sangue acima dos limites tolerados. Isso permitirá a abertura de processo contra esse cidadão que, supostamente, está colocando vidas em risco.Os resultados proporcionados pelas regras em vigor são inegáveis. O número de internações hospitalares provocadas por acidentes no trânsito caiu quase 30%, enquanto as mortes registradas no ano passado, em comparação com 2008, reduziu 13,5%. Ou seja, 900 pessoas foram poupadas a cada cinco dias.
Além disso, houve uma economia com os gastos hospitalares de R$ 23 milhões, com queda significativa das internações em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal. Amazonas e Mato Grosso do Sul foram as unidades da federação que registraram elevação no número de internações provocadas por acidentes de carro.
Diante de todos esses indicadores, Aníbal é taxativo: a Lei Seca é de extrema importância e não pode, em hipótese, sofrer qualquer alteração visando afrouxar as regras. "A lei veio para preservar e respeitar a vida, o mais precioso dos bens", reforçou.
O tucano lamenta que a Câmara ainda não tenha votado o seu projeto de lei e critica o governo por não fazer uma campanha educativa para conscientizar ainda mais a população de que direção e bebida não combinam. De acordo com o deputado, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) poderia usar 5% do valor arrecadado com as multas para produzir essas campanhas.
"Não o faz por incompetência, pois há dinheiro", reprovou.
Vida, o bem mais precioso
"A Lei Seca veio para preservar e respeitar a vida, o mais precioso dos bens."
Dep. José Aníbal (SP)
Acidentes no trânsito matam milhares
→ 50% dos acidentes com carros são provocados por quem bebeu.
→ Mais de um milhão de pessoas morrem nas ruas e estradas do mundo a cada ano.
→ Dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego mostram que o dinheiro gasto com a violência no trânsito, de setembro de 2009 a março de 2010, daria para construir 99 quilômetros de metrô, 412 mil casas populares e ter comprado 60 milhões de cestas básicas.
(Reportagem: Arthur Filho/Foto: Eduardo Lacerda)
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Lei Seca
Reprodução autorizada das matérias desde que citada a fonte (Diário Tucano)
Análise cuidadosa
Falta planejamento para que o Brasil tenha satélite militar, diz Emanuel
Na avaliação do presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputado Emanuel Fernandes (SP), falta planejamento do governo Lula em sua intenção de comprar ou construir um satélite militar em pleno final de mandato.
O Planalto estuda parceria com a empresa de telecomunicações Oi para lançar um satélite brasileiro de uso militar e comercial avaliado em US$ 400 milhões (cerca de R$ 710 milhões). Engenheiro aeronáutico com vasta experiência no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o tucano acredita que um investimento desta envergadura requer muita análise.
Para o deputado, o presidente Lula é bom de propaganda, mas está muito longe de montar um planejamento estratégico para o país, ainda mais em uma área tão sensível como o das telecomunicações. Ainda segundo ele, se a proposta for sair do papel, é preciso aproveitar a oportunidade para promover o desenvolvimento tecnológico no Brasil, que já tem conhecimento de como se faz satélites menores.
Como é da área e ajudou a construir o primeiro satélite do Brasil, o parlamentar do PSDB tem autoridade para falar do assunto. E, por isso, alerta: "Sei o quanto é demorado fazer uma análise estratégica, ver em que área pode entrar. Sem isso, há o risco de se comprar um satélite sem sentido algum”, reiterou.
Proposta foi criticada dentro do governo
A proposta de parceria da Oi com o governo federal foi apresentada ao presidente Lula por acionistas controladores da empresa de telefonia. Aparentemente, o presidente gostou da ideia. Assessores da presidência, no entanto, afirmam que um satélite de uso exclusivo do governo federal ficaria ocioso.
A proposta recebeu críticas no portal do Ministério do Planejamento, que tirou as observações posteriormente.Técnicos da pasta alegam que há uma série de riscos a serem considerados nesta parceria. Entre os problemas, está uma suposta falta de conhecimento científico necessário que garanta um sinal contínuo.
(Reportagem: Artur Filho/ Foto: Eduardo Lacerda)
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O Planalto estuda parceria com a empresa de telecomunicações Oi para lançar um satélite brasileiro de uso militar e comercial avaliado em US$ 400 milhões (cerca de R$ 710 milhões). Engenheiro aeronáutico com vasta experiência no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o tucano acredita que um investimento desta envergadura requer muita análise.Para o deputado, o presidente Lula é bom de propaganda, mas está muito longe de montar um planejamento estratégico para o país, ainda mais em uma área tão sensível como o das telecomunicações. Ainda segundo ele, se a proposta for sair do papel, é preciso aproveitar a oportunidade para promover o desenvolvimento tecnológico no Brasil, que já tem conhecimento de como se faz satélites menores.
Como é da área e ajudou a construir o primeiro satélite do Brasil, o parlamentar do PSDB tem autoridade para falar do assunto. E, por isso, alerta: "Sei o quanto é demorado fazer uma análise estratégica, ver em que área pode entrar. Sem isso, há o risco de se comprar um satélite sem sentido algum”, reiterou.
Proposta foi criticada dentro do governo
A proposta de parceria da Oi com o governo federal foi apresentada ao presidente Lula por acionistas controladores da empresa de telefonia. Aparentemente, o presidente gostou da ideia. Assessores da presidência, no entanto, afirmam que um satélite de uso exclusivo do governo federal ficaria ocioso.
A proposta recebeu críticas no portal do Ministério do Planejamento, que tirou as observações posteriormente.Técnicos da pasta alegam que há uma série de riscos a serem considerados nesta parceria. Entre os problemas, está uma suposta falta de conhecimento científico necessário que garanta um sinal contínuo.
(Reportagem: Artur Filho/ Foto: Eduardo Lacerda)
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