Deputados cobram do governo ações para reduzir preço do álcool
Os deputados Vanderlei Macris (SP) e Zenaldo Coutinho (PA) criticaram a falta de ações do governo federal diante do elevado preço do etanol no Brasil. Segundo reportagem do "Correio Braziliense" publicada hoje, o álcool combustível vendido aqui custa mais caro do que a gasolina comercializada em países como Estados Unidos e Canadá.
Agressão à sociedade - Dados da ANP indicam que o preço médio nacional do álcool está em torno de R$ 1,98 o litro — o valor mínimo é de R$ 1,44, mas em algumas localidades chega a R$ 2,99. Sem condições econômicas de encher os tanques, muitos motoristas de carros movidos a álcool ou flex estão deixando os carros em casa, já que ficou inviável abastecer o veículo com esse combustível.
Zenaldo, por sua vez, lembrou que no início do governo Lula houve uma grande campanha nacional estimulando a produção de álcool no país, que se mostrava como sendo um combustível renovável e com forte potencial para motivar o desenvolvimento econômico. No entanto, o parlamentar avalia que com a descoberta do pré-sal o Planalto abandonou por completo a política em favor do álcool, deixando em segundo plano milhões de consumidores.
“Vivenciamos uma descontinuidade da política de estímulo de incentivo ao álcool. Neste momento, esses preços elevados representam uma verdadeira agressão à sociedade”, afirmou. A indústria sucroalcooleira atribui a alta do etanol nas bombas ao excesso de chuvas e ao crescimento desenfreado das vendas de automóveis bicombustíveis. Hoje a frota movida a etanol no Brasil é de aproximadamente 3 milhões de carros. (Reportagem: Letícia Bogéa/ Fotos: Eduardo Lacerda)
Agressão à sociedade - Dados da ANP indicam que o preço médio nacional do álcool está em torno de R$ 1,98 o litro — o valor mínimo é de R$ 1,44, mas em algumas localidades chega a R$ 2,99. Sem condições econômicas de encher os tanques, muitos motoristas de carros movidos a álcool ou flex estão deixando os carros em casa, já que ficou inviável abastecer o veículo com esse combustível.Macris considera inadmissível que diante dessa situação falte uma política efetiva por parte do governo em articulação com o setor sucroalcooleiro para garantir preços mais acessíveis. “O Planalto precisa atuar e não deixar que esse preço continue aumentando, pois só quem sofre com isso é a população, especialmente a de baixa renda”, lamentou Macris.
Zenaldo, por sua vez, lembrou que no início do governo Lula houve uma grande campanha nacional estimulando a produção de álcool no país, que se mostrava como sendo um combustível renovável e com forte potencial para motivar o desenvolvimento econômico. No entanto, o parlamentar avalia que com a descoberta do pré-sal o Planalto abandonou por completo a política em favor do álcool, deixando em segundo plano milhões de consumidores.“Vivenciamos uma descontinuidade da política de estímulo de incentivo ao álcool. Neste momento, esses preços elevados representam uma verdadeira agressão à sociedade”, afirmou. A indústria sucroalcooleira atribui a alta do etanol nas bombas ao excesso de chuvas e ao crescimento desenfreado das vendas de automóveis bicombustíveis. Hoje a frota movida a etanol no Brasil é de aproximadamente 3 milhões de carros. (Reportagem: Letícia Bogéa/ Fotos: Eduardo Lacerda)















