Apesar da decisão dos EUA, da China e de outras nações desenvolvidas de adiar um acordo sobre mudanças climáticas, o deputado Ricardo Tripoli (SP) reiterou nesta segunda-feira (16) a necessidade da apresentação de metas obrigatórias de corte na emissão de gases do efeito estufa pelos países. Para a conferência da ONU marcada para dezembro em Copenhague, a expectativa do momento é que saia uma declaração "politicamente vinculante", algo pouco específico e não obrigatório, deixando os pontos mais complicados para futuros encontros.
Péssimo negócio - O tucano considera um péssimo negócio não se definir metas obrigatórias que possam resolver a situação. “Todos esperam é que haja um acordo ente os países, inclusive o Brasil, visando a redução no processo de emissão de gases. Sem metas, haverá um aumento da temperatura e precisaremos fazer modificações urgentes em segmentos produtivos, pegando todos despreparados”, alertou. A decisão das potências foi anunciada no fim de semana durante encontro da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec). Os 21 países-membros respondem por 60% das emissões mundiais.
















